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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Economia brasileira deve encolher 1,3% neste ano, diz Banco Mundial

Jéssica Vanessa, 7º Jornalismo - Jornalismo Especializado

O Banco Mundial cortou a previsão de crescimento do Brasil em 2015 e para os próximos dois anos, de acordo com um relatório divulgado na quarta-feira, 10, chamado Perspectiva Econômica Global", que faz uma atualização sobre o cenário da economia mundial. A previsão para este ano é de que a economia brasileira encolha 1,3%. Em um documento anterior, divulgado em janeiro, a instituição estimava expansão de 1% para o País.

O Brasil foi o país que teve o maior corte de projeções entre as principais economias mundiais avaliadas no documento do Banco Mundial. Além do corte em 2015, a projeção para o ano que vem foi reduzida de crescimento de 2,5% previsto em janeiro para 1,1%. Para 2017, a nova estimava é de expansão de 2% no Produto Interno Bruto (PIB), ante 2,7% do documento anterior.

"O Brasil, com o seu escândalo de corrupção no topo das atenções, tem tido pouca sorte, afundando no crescimento negativo", afirma o economista-chefe do Banco Mundial, Kaushik Basu, no texto que apresenta o relatório.
O estudo do Banco Mundial classifica de "decepcionantes" os números da atividade econômica brasileira. "Confiança frágil dos agentes, aumento dos preços administrados e baixo preço das commodities devem contribuir para uma recessão no Brasil em 2015 com uma recuperação modesta em 2016 e 2017", afirma o documento.

Além desses motivos, o relatório menciona as deficiências em infraestrutura no Brasil como outro fator impeditivo para um maior aquecimento da atividade econômica. Sem citar o nome da Petrobrás, o Banco Mundial afirma que as "investigações em curso" ajudaram a piorar a confiança dos consumidores e empresários, que atingiram níveis historicamente baixos.

A expectativa de recuperação da atividade do Brasil, ainda que modesta, em 2016 e 2017, está baseada, de acordo com o documento, na implementação do ajuste fiscal e monetário, na volta da inflação para perto da meta oficial e na melhora da confiança dos brasileiros.

América Latina

A piora da atividade no Brasil e em outros países da América do Sul, como a Venezuela, deve fazer a América Latina crescer apenas 0,4% este ano, prevê o Banco Mundial. Em janeiro, a aposta era de expansão de 1,7%. No ano que vem, a expectativa é que a taxa avance para 2%, ainda assim menor que os 2,9% estimados em janeiro.

Ainda na região, o México teve a previsão de crescimento cortada em 0,7 ponto, para expansão de 2,6% este ano. A Argentina foi uma das exceções e teve melhora na previsão de 1,4 ponto, com crescimento previsto para este ano em 1,1%. As economias da América Latina, além de enfrentarem problemas internos, ressalta o relatório, são afetadas pela queda dos preços das commodities.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

JUROS EM DOBRO

 Aderir ao financiamento Minha casa Minha vida ficou mais difícil


Foto Divulgação
A Caixa Econômica Federal restringiu os empréstimos para a compra da casa própria. Essa medida foi impulsionada já no fim do ano passado, devido aos saques na poupança. No momento, empréstimos cobrem somente 50% do valor, isso para a compra de imóveis usados.

Sem recursos da poupança, o grande desafio do banco para este ano é desembolsar o mesmo montante de 2014, quando foram liberados R$ 129 bilhões para financiamentos de aquisição de imóveis novos, usados e construção. Além disso, o banco não poderá contar com os recursos da poupança. Porém os juros duplicaram. 

A Caixa prevê que as medidas de incentivo ao crédito imobiliário, do qual é líder no Brasil, sofram impacto de R$ 10 bilhões. “As iniciativas vão viabilizar o financiamento expressivo de unidades habitacionais por parte das instituições financeiras, com efeito positivo na comercialização do atual estoque de imóveis”, conforme nota enviada à reportagem do site. 

O banco esclarece que Conselho Monetário Nacional (CMN) irá aguardar a regulamentação do Ministério das Cidades e esperar a publicação das resoluções no que se refere às decisões com relação as novas normas.

Em nota, a Caixa Econômica Federal informa que "o foco do banco este ano será mesmo o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular - operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. ”

Na opinião da advogada Daniele Akamine, sócia da Akamines Negócios Imobiliários, a mudança, por ora, não deve afetar os demais bancos, que poderão ser uma opção para os compradores. Com a mudança, segundo ela, os demais bancos estarão em um patamar de igualdade competitiva com a Caixa.


FONTE:http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150529/caixa-medidas-incentivo-credito-imobiliario-terao-impacto/265460.shtml


Patrícia Fernandes, 7º Período Jornalismo





terça-feira, 9 de junho de 2015

Seis cuidados para não cair no golpe do boleto bancário falso

Jéssica Campos
7º período - Jornalismo Especializado

Perdendo apenas para os cartões de crédito, o boleto é a segunda forma de pagamento mais utilizada no Brasil e, de acordo com a consultoria E-bit (que avalia a satisfação de consumidores em suas compras nas lojas online), isso tem chamado a atenção de fraudadores.

Em meados de julho do ano passado a “gangue do boleto” ficou conhecida após uma onda de ataques virtuais que modificavam o código de barras nos boletos bancários. Estima-se que os hackers tenham gerado 496 mil boletos falsos e arrecadado R$ 8,5 bilhões com eles.

A gangue foi encontrada, mas a atenção contra golpes deste tipo deve ser constante. Veja algumas dicas do analista antifraude da empresa Gerencianet, Ricardo Gomes.

1.Antivírus atualizado. A primeira orientação é manter o antivírus do computador sempre atualizado. Foi por meio de um vírus que a gangue do boleto conseguiu invadir milhares de computadores. O antivírus pode detectar algum problema quando o boleto fraudulento é enviado por e-mail ou gerado na internet.

2. Leia o boleto. Segundo o especialista, a maioria dos documentos falsos possuem erros básicos, como de português, formatação fora do padrão e outras características suspeitas.

3. Código do banco. Após a impressão, confira se o código do banco é compatível com a marca. Cada instituição  possui um código identificador próprio (Confira a lista completa no site da Febraban). Este código encontra-se em frente ao logo do banco e nos três primeiros dígitos da linha digitável de cada boleto e deve ser equivalente ao código do banco emissor.

4. Compare os boletos. Se for uma conta que o consumidor paga mensalmente, compare o boleto com os anteriores. No caso de pagamentos efetuados em caixas eletrônicos, é possível verificar os dados do boleto antes de finalizar o procedimento. O especialista recomenda que seja observado se as informações da tela do caixa são as mesmas impressas no boleto, como banco cedente, o código do banco e a agência do beneficiário. No site da Febraban também é possível verificar se a localização da agência emissora é compatível com o endereço do beneficiário.

5. Suspeite dos e-mails. É importante ter extremo cuidado com e-mails suspeitos. Ao receber notificações de pagamentos, links ou arquivos anexos, o indicado é entrar em contato com o emissor e pedir mais informações para a empresa solicitante. Gomes diz que a conta não deve ser paga se houver qualquer dúvida sobre sua autenticidade.

6. Computador conhecido. Evite efetuar compras, realizar pagamentos ou gerar segunda via de boletos em computadores desconhecidos ou através de redes Wi-Fi públicas. Nestes casos, aumenta o risco de invasão às suas contas.

Fonte: Estadão

● Jornalismo Econômico ●

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

TUDO POR DEZ REAIS


Modelo de negócio com preço único tem chamado atenção de comerciantes de Foz do Iguaçu

Comerciantes iguaçuenses têm apostado em um novo modelo de negócio e se arriscam apesar da tendência de um ano difícil para a economia brasileira. São diversos produtos com o mesmo valor, que está sendo bem aceito pela população de Foz do Iguaçu.

Kadije Gazzoui é proprietária de um estabelecimento comercial de bijuterias e acessórios no centro de Foz do Iguaçu. Inaugurado em dezembro de 2014, a loja trouxe para o mercado, um novo conceito de negócios, onde todas as peças têm o mesmo valor, R$ 10,00. Segundo Gazzoui, mesmo com o baixo valor, os produtos são de alta qualidade e atraem cada vez mais novos clientes.

A comerciante afirma que assim como seu comercio, outras franquias existem em todo o país. Ao fazer a visita em uma das lojas, ela se encantou com o modelo de trabalho e decidiu investir em Foz do Iguaçu, já que na cidade ainda não tinha nada igual.


Anéis, brincos, pulseiras e bolsas chamam a atenção pela variedade que agrada de crianças à adultos. Kadije disse ainda que os produtos encantam até os moradores dos países vizinhos, o que motiva ainda mais o investimento em sua loja. 





                                                                      Amanda Farias, Edilson Marinho - 5ª Jornalismo - UDC

sexta-feira, 18 de abril de 2014

MUDANÇA DE HÁBITO: FAST FOODS

Os fast foods são sinônimo de estilo de vida desde os anos 1980 e continuam no mundo como um costume natural da população.

Todos os dias as pessoas têm um tempo curto e não priorizam a alimentação balanceada. Assim, acabam comendo algo rápido, mas que não é saudável: fast food’s.

O resultado do consumo exagerado reflete no corpo e na saúde dos consumidores, causando obesidade, aumento da pressão arterial, doenças cardiovasculares, colesterol alto e diabetes.

O passo principal para a mudança do hábito do drive thru e fast foods passa pela observação da frequência com que a pessoa consome e aceitação de que isso é ruim. Passada essa face, a dica  é substituir alimentos com excesso de sal e gordura por alternativas também rápidas, porém com menos calorias e dando mais energia e qualidade de vida.

A dieta ideal está relacionada a alimentos e lanches naturais, além do consumo de frutas e biscoitos integrais no intervalo entre as refeições principais.

O resultado da nova dieta, além de refletir na saúde, também dá uma diferença considerável no bolso do consumidor, pois ele economiza bem mais dinheiro e combustível. Se antes ia aos intervalos ao fast food, hoje já tem uma reeducação alimentar com alimentos naturais e mais baratos.

Por Marina Massao


terça-feira, 18 de junho de 2013

Comprar no Paraguai é legal

Nos últimos meses, a segurança na fronteira brasileira foi reforçada com a operação Ágata, Fronteira Blindada e agora a Sentinela.

Com essa sequência de operações policiais, notou-se uma grande queda nas vendas em Ciudad del Este, no Paraguai – por parte dos sacoleiros que sonegam impostos. Com a movimentação de policiais na fronteira, turistas e moradores da região estão deixando de comprar no país vizinho, devido à falta de informação.

Comprar no Paraguai não é ilegal, entretanto, é necessário conhecer e respeitar alguns critérios. Há dois tipos de regimes de compra: a Declaração de Bagagem e o RTU – Regime de Tributação Unificada – mais conhecido pela “Lei do Sacoleiro”.

Cada pessoa pode comprar até 300 dólares. Esta cota pode ser utilizada uma vez a cada 30 dias. Dentro desse limite também deve ser respeitada a quantidade de mercadorias.

É permitido até 20 itens abaixo de 5 dólares com, no máximo, 10 unidades idênticas ou acima de 5 dólares 10 unidades, e do total, 3 unidades idênticas. Caso os produtos revelem destinação comercial, toda a mercadoria trazida será apreendida.

Comprando abaixo da cota não há necessidade de declarar a mercadoria. Porém, para aqueles que compram há a obrigatoriedade de realizar o cadastro do uso da cota. Para isso é necessário apenas apresentar o documento de identidade.

As pessoas que comprarem além do limite permitido terão de declarar a mercadoria e pagar o devido tributo. “Se a pessoa chegar na zona primária e se apresentar voluntariamente, ela vai pagar uma multa de 50% sobre o valor que exceder a cota. Se ela for fiscalizada, vai pagar uma multa de 100% sobre o que exceder a cota. Todo esse procedimento vale para as vias terrestres, diferentemente do transporte através de vias aéreas, por voos internacionais”, explica Nery Antonio Parcianello, fiscal da Receita Federal.

Outra dúvida comum é o que pode acontecer caso a pessoa compre abaixo da cota e tente passar sem cadastrar. Segundo Parcianello, o cadastramento é todo por conta da receita, a pessoa tem o direito de passar e tentar levar esta mercadoria, a receita não vai tomar a mercadoria de alguém, caso não tenha declarado, mesmo assim será cadastrado e posteriormente liberado.

Universitário de jornalismo do 5o. período  realizaram  uma enquete com pessoas que voltavam do Paraguai, com o objetivo de saber se elas possuem o hábito de cadastrar a mercadoria e a importância desse processo.

Dos dez entrevistados, sete afirmaram fazer o cadastro regularmente.  Tatiane Ferreira, de Campo Mourão, acha importante o processo para ter o controle do que sai e entra no país.

Os demais entrevistados não possuem o hábito de cadastrar as mercadorias. Natan Henrique Villa, de Santa Terezinha de Itaipu compra no Paraguai aproximadamente uma vez por semana e alega não achar necessário o cadastramento por adquirir mercadoria em pequena quantidade.



RTU – Regime de Tributação Unificada

RTU mais conhecida como a Lei dos Sacoleiros permite a importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai e abrange a fronteira entre Cidade do Leste – PY e Foz do Iguaçu – BR. Na prática, a lei permite a regularização dos sacoleiros, que passariam a serem microempresários. São intervenientes a própria microempresa, representantes legais e os transportadores dos produtos.

O RTU permite a importação com o pagamento unificado de impostos e contribuições federais incidentes na importação, que serão calculados pela aplicação da alíquota única de 25% sobre o preço de aquisição das mercadorias importadas, além do ICMS. Deverão ser observados os limites de R$ 18 mil para o primeiro e segundo trimestres, e de R$ 37 mil para o terceiro e quarto trimestres, o que resulta num limite anual de R$ 110 mil.

É vedada a importação de mercadorias que não sejam destinadas ao consumidor final, além de armas e munições, fogos de artifícios, explosivos, bebidas, cigarros, veículos automotores em geral e embarcações de todo tipo (inclusive suas partes e peças), medicamentos, pneus, bens usados e bens com importação suspensa ou proibida no Brasil.




terça-feira, 4 de junho de 2013

Balonismo e a magia do circo deram o tom das festividades dos 35 anos da Frimesa




Elis D'Alessandro, supervisora de Marketing da cooperativa Frimesa,  palestrou no último dia 28, no Centro Universitário União Dinâmica das Cataratas (UDC).  Acadêmicos do curso de jornalismo e publicidade & propaganda do 1º, 3º e 5º períodos puderam conhecer um pouco sobre o trabalho de uma equipe de marketing e quais foram os principais desafios da Frimesa na hora de elaborar a campanha do 35º aniversário da empresa.


Em dezembro, a Frimesa comemorou 35 anos de trajetória e celebrou a data presenteando a comunidade regional com uma campanha de aniversário muito especial. Com o conceito “Deixe a alegria contagiar você”, a amizade, a magia do circo e a experiência de flutuar nas nuvens marcaram a série de festividades que iniciaram ainda no Dia das Crianças, com um evento para os pequenos.

Ainda em outubro foi iniciada a etapa dos sorteios de centenas de voos livres e cativos. Conceito buscado pela cooperativa como forma de buscar soluções inovadoras. O resultado pode ser visto através das redes sociais.

Os parabéns foram cantados com dois espetáculos culturais: o primeiro com danças típicas e o segundo com um show circense, num palco montado em Medianeira, cidade sede da empresa. Durante as duas noites, as pessoas que estiveram presentes, concorreram ao sorteio de 35 televisores LED Smart TV de 42 polegadas.“Foi uma celebração do momento atual e uma homenagem a todas as pessoas, desde o campo até o consumidor, que ajudaram a construir a história da Frimesa”, destaca  Elis, que se formou em jornalismo na UDC. 

A Central Frimesa chega aos 35 anos firme no propósito de industrializar e comercializar a produção das cinco cooperativas filiadas e os mais de 4.300 produtores de leite e suinocultores integrados. Conta com mais de 4.900 colaboradores e ainda tem mais de 33.000 clientes ativos. Anualmente produz cerca de 260 mil toneladas de alimentos e deve fechar 2013 com faturamento de mais de 1,5 bilhão de reais. É a nona maior cooperativa do Paraná e está entre as 85 maiores empresas do agronegócio brasileiro. 

No segmento de carnes, as principais linhas são presuntos, hambúrgueres, linguiças, salames, mortadelas, medalhões, salsichas, apresuntados, pizzas, lasanhas, carnes temperadas, salgadas e congeladas. Já em lácteos, a marca Frimesa está presente nas linhas de iogurtes, bebida láctea, leites pasteurizados, leites UHT, queijos, queijos finos, requeijões, manteigas, doces de leite, cremes de leite e leite condensado. Esses produtos levam o nome de Medianeira e região para todo o varejo brasileiro e também para todo o mercado internacional. 


Rafaelle Gerhardt - 5º Jornalismo
Oly Junior - 5º Jornalismo

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Turismo projeta imagem positiva de Foz

Por Rodrigo Mattjie 

Nos últimos anos vem aumentando a exposição de mídia, com matérias positivas e programas sobre Foz do Iguaçu no cenário nacional e internacional. Resultado do trabalho e da união de forças entre poder público e iniciativa privada que constituíram há sei anos a Gestão Integrada do Turismo de Foz, onde foram implantadas ações que buscam mudar a visão do turismo na cidade, assim como a economia local. 

Parte do bom resultado dessas ações pode ser percebido através do Iguassu Convention & Visitors Bureau – ICVB, órgão local, que trabalha na captação de turistas e eventos, e que baseia sua receita na iniciativa privada, através de associados. A instituição tem hoje, em seu quadro de associados aproximadamente 150 empresas de diversos segmentos, todos com trabalhos voltados ou relacionados ao turismo e suas ramificações, como por exemplo, turismo de eventos, gastronômicos, aventura, entre outros. 

Como exposição positiva, a cidade vem conquistando parcerias de empresas que buscam essas associações para participar do bom momento do turismo local. Atualmente, são 15 empresas de diversos segmentos que fazem parte do quadro de associados da instituição e com isso, têm tido a oportunidade de participar das ações em conjunto com a cidade. 

As empresas são de outras cidades e Estados, sem contar associados de Ciudad del Este no Paraguai e de Puerto Iguazú na Argentina. A coordenadora de marketing do ICVB, Kleynia Dolinski, avalia que “a filiação ocorre com empresas que possuem o intuito de expandir seus contatos, bem como participar das ações de apoios e captação a eventos, viagens de treinamentos com operadoras de turismo entre outras atividades e benefícios que os mantenedores da instituição possuem”. 

O contato direto realizado pelo departamento de marketing do ICVB facilitou algumas filiações, outras aconteceram através de contato pessoal ou pelo interesse das empresas em fazerem parte da divulgação do Destino e do trabalho realizado pelo ICVB.

Com as adesões, o nome de cidade, assim como suas ações, passam a ganhar ainda mais credibilidade, e mostram que turismo é parte crucial na economia local, movimentando praticamente toda a cadeia produtiva.

Evento realizado em Foz no mês de março, que reuniu mais de 500 agentes de viagem de todo o Brasil


domingo, 3 de março de 2013

Cooperativismo, forma de organização ou estilo de vida?

Por Oly Junior


Em 2012, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o cooperativismo reuniu 1 bilhão de pessoas em mais de 100 países pelo mundo. As cooperativas são responsáveis pela geração de mais de 100 milhões de empregos em todos os continentes.
 
Cooperativismo, segundo a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) é um movimento, uma filosofia de vida e ainda um modelo capaz de unir desenvolvimento econômico e bem estar social.
 
Para que isso seja realidade, é necessário implantar uma série de fatores, como participação democrática, solidariedade, independência e autonomia. A diferença crucial com qualquer outro sistema está na base. O cooperativismo é voltado aos colaboradores e respectivas necessidades e  não puramente no capital e no lucro.


Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Paranaenses (Ocepar), João Paulo Koslovski, “além de atender as demandas dos cooperados, certamente as cooperativas são o equilíbrio econômico entre os diversos agentes que atuam no mercado dando segurança aos negócios de seus cooperados. O cooperativismo transforma sonhos em realidade. Por meio da cooperação é possível construir uma sociedade mais justa, igualitária, solidária e voltada ao bem de todos”.

 
O diferencial do cooperativismo não para por aí. Para Koslovski uma cooperativa é uma sociedade de prestação de serviços, ou seja, é através dela que o cooperado viabiliza sua atividade.  Outro diferencial é a distribuição de sobras, já que o cooperado é o dono da cooperativa e participa dos resultados obtidos ao fim do exercício, explica.

 

Da Europa para o Mundo

 
O surgimento do cooperativismo foi a prova de que pessoas são mais importantes que simplesmente o lucro. Durante a Revolução Industrial, ocorrida na Europa, mais especificamente na Inglaterra, um grupo de operários tecelões se uniram para combater as empresas que estavam utilizando máquinas que agilizavam o trabalho e criavam cada vez mais desempregados.

Preocupados em como garantir o sustendo de suas famílias, os operários encontraram no cooperativismo a solução para a dificuldade à qual passavam na época. De 1843 para cá, inúmeras outras sociedades de consumo com os mesmos princípios foram criadas pelo mundo todo.

 

Princípios do Cooperativismo

É claro, para que uma sociedade seja considerada cooperativista existem alguns princípios que devem ser seguidos, linhas que servem de orientação para que os valores sejam realmente praticados.


A Livre Adesão reforça a ideia de que as cooperativas são abertas à todos, sem discriminação alguma quanto à sexo, grupo social, racial, político ou religioso.


A Gestão Democrática possui um papel muito importante entre os cooperados, afinal de contas são eles que participam na tomada de decisões do meio.


Para que todos tenham o mesmo direito, todos devem ser iguais e contribuir igualitariamente para o capital das cooperativas, esta é a Participação Econômica Igualitária.


Muitas vezes as cooperativas buscam parcerias com outras cooperativas, empresas e até mesmo governos, mas para isso sempre é importante manter a Autonomia e Independência de seus colaboradores.

Um dos diferenciais deste modelo de organização reside no fato de que o acesso à Educação, Formação e Conhecimento é incentivado e reconhecido, fazendo com que seus colaboradores cresçam intelectualmente.

O sexto princípio é voltado para o próprio sistema, para a Cooperação entre Cooperativas, uma forma de enaltecer e fortalecer o modelo, sempre trabalhando em conjunto. 

As comunidades onde estão inseridas as cooperativas também são beneficiadas, afinal o sistema busca o desenvolvimento das comunidades, reforçando os valores humanos, justiça e respeito.

 

domingo, 25 de novembro de 2012

VIDA DE LIXO



O empregado virou patrão. Depois de 13 anos trabalhando como mecânico, o lixo foi uma oportunidade na vida de Ari Delson Dassi. Ele descobriu que através do lixo reciclável era possível abrir sua empresa e ter uma perspectiva de futuro melhor.

Com um investimento inicial de R$ 65 mil, alugou um barracão no bairro do Três Lagoas, em Foz do Iguaçu, e comprou alguns equipamentos para fazer a reciclagem.
Ari conta que no inicio não foi fácil '' Eu não conhecia nada sobre os produtos que podiam ser recicláveis".

 Hoje a empresa tem oito funcionários diretos que fazem a classificação e prensagem dos materiais e uma média de 70 famílias que sobrevivem juntando materiais recicláveis. Elas chegam a ter um ganho mensal que varia de R$ 270,00 ate R$ 800,00.

A agente ambiental Maria Luiza dos Santos, com 77 anos de idade, trabalha catando produtos recicláveis há cinco anos e chega a tirar uma média de R$ 200,00 por semana. “Sou aposentada e ganho uma salário mínimo por mês e gasto só com remédios mais de R$ 200,00. Se eu não trabalhar não consigo pagar as minhas continhas”, diz.
Hoje o agente ambiental precisa recolher 70 latinhas para ganhar R$ 2,10 que equivale a 1 quilo de alumínio.
A empresa do Ari recicla uma média de 100 toneladas de lixo, mais de três mil quilos por dia. Todo esse material é distribuído para fábricas do estado onde são feitas a moagem e aglutinação.

domingo, 4 de novembro de 2012

CAPITALISMO SELVAGEM


Hoje se fala tanto em evolução tecnológica, internet móvel 3G, porém só tem acesso a esses produtos a classe consumista, aqueles que  têm o poder de compra. A  classe que não tem poder de compra, está fora desse mercado.
 
E o ser humano é responsável por essa má distribuição de renda em nosso planeta. Enquanto uns desejam trocar o seu celular por um mais moderno  que tem acesso internet, com todos os seu benefícios, outros mal tem o que comer em casa. O único desejo é de matar a fome.
Então eu lhe pergunto caro leitor. O que será deste mundo, onde para sobrevivermos precisamos passar por cima dos outros?
  
Um celular Toshiba Cosmic Shiner custa R$ 7.800  Edição limitada de 1000 peças com diamantes incrustados em sua capa, cuja funcionalidade básica é a de promover a comunicação entre as pessoas no cotidiano.
 
No entanto, algumas pessoas, entre elas as estrelas de Hollywood e os milionários, têm tido no celular mais uma oportunidade de ostentar luxo e status. 
 
Já um pobre empregado que ganha o mísero salário mínimo de R$ 622,00 por mês, teria que trabalhar mais de 1 ano para comprar o celular.
Que país é esse?

Reportagem: Dorival Santos

terça-feira, 5 de junho de 2012

Consumidor Inadimplente



A população brasileira está mais endividada após a facilidade de compras a longo prazo. Hoje cerca de 74% das dívidas familiares se concentra nos cartões de crédito. O outro vilão da inadimplência são as contas no crediário que aparecem em segundo lugar com 20,4% de consumidores endividados. Com tanta facilidade para comprar, o consumidor se esqueceu de quanto ganha e passou a gastar muito mais, deixando de administrar as contas.

A empresária Jessica Oliveira, de Foz do Iguaçu, disse que depois que teve acesso ao cartão de crédito, não conseguiu mais administrar as suas contas. “Com o cartão você não sente gastando, não vê o dinheiro indo embora, tem vontade de comprar e só passar e pronto, só vai ver o estrago no final do mês quando chega a fatura do cartão”, diz.

Toda essa inadimplência se deve ao fato de o consumidor pagar suas contas básicas - água, luz e alimentação - e deixar para trás as contas supérfluas, de segunda necessidade. A maior parte dos consumidores endividados são famílias que possuem uma renda de até 10 salários mínimos ( até R$ 6.220,00)

Edição: Tallini Klassmann
Repórter: Dorival S. Santos
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