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terça-feira, 12 de maio de 2015

Mídia móvel, a nova ferramenta do jornalismo moderno


                                                                                                 João Mota
Os avanços na tecnologia, juntamente com a necessidade de instantaneidade na informação, obrigou os jornalistas adquirir novas ferramentas para se manterem atuais sem ter a necessidade de carregar toda a aparelhagem necessária a produção de uma matéria.
Totalmente conectado e totalmente sem fio, o jornalista tira do bolso o que vai dar vida à notícia. De maneira simples, aumenta ridiculamente a velocidade da informação, de uma forma que até boa parte do século passado não seria possível imaginar.
Muitos críticos – os jornalistas da velha guarda -  afirmam que essa nova maneira de se produzir reportagens não pode ser considerado jornalismo. Mas espera ai, não é um conceito do jornalismo repassar a informação de forma imparcial? Então mostrar a notícia no momento em que ela está acontecendo é uma das formas de ser mais imparcial possível. Ninguém pode alterar aquilo que não foi ensaiado para se mostrar.
Parte da crítica e dada pelo fato porque agora não só os jornalistas são capazes de espalhar a notícia, mas também os seus leitores. Algo que estava mais do que na hora de acontecer. Essa interação onde o consumidor é também um elaborador da notícia, humaniza os meios de notícia.
Para concluir, a qualidade da tecnologia não deve ser mais relevante do que a própria notícia. Então, mesmo que a qualidade da imagem do seu aparelho seja ruim lembre-se que vale mais uma imagem para os olhos do que um texto desatualizado, e sendo assim não pense duas vezes antes de começar a produzir com os recursos que tem em mãos.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Jornalismo Impresso e Jornalismo Digital

Tanto o jornalismo impresso, quanto o digital tem sua importância na vida do brasileiro

A internet revolucionou o mundo em que vivemos. Com a chegada das redes sociais ficamos mais “próximos” das pessoas, outra novidade, foi a criação do Jornalismo digital, com ele a multimidialidade é presente, ou seja, existe a possibilidade de receber a informação anexada de fotos, vídeos e áudios.

Outro aspecto marcante no jornalismo digital é a instantanedade, isto é, assim que o fato acontece ele já é publicado na web com as primeiras informações, podendo ser atualizada a qualquer momento.  É possível analisar, também, o alcance da notícia minutos depois dela ser postada e assim receber um feedback dos leitores, até mesmo pelos comentários.  

Entretanto, o jornal impresso ainda é confiado em suas notícias veiculadas, segundo pesquisa realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), os brasileiros confiam mais no jornal impresso comparado com outros meios, como a televisão, o rádio e até mesmo a internet.

Apesar das pessoas afirmarem que o jornal impresso está com seus dias contados, no ano passado os jornais diários alcançaram aproximadamente 9 milhões de cópias por dia, é o que diz o instituto de pesquisas Euromonitor.

Independente dos meios em que a noticia é veiculada, o jornalista deve lembrar dos princípios da profissão. A apuração tem que ser realizada fielmente e os dois lados da história devem ser ouvidos. 



                                        Amanda Farias e Edilson Marinho, 5º jornalismo

terça-feira, 3 de março de 2015

Jornalista Carlos Gruber assina com a Revista 100 Fronteiras

por Fernando Figa

O jornalista Carlos Gruber agora também faz parte da equipe da Revista 100 Fronteiras. De acordo com uma fonte que possui ligação direta com a empresa, o repórter assumirá a função de editor. 

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente, porém o apresentador já aparece em matérias em vídeo na fanpage da revista. 

Gruber trabalhou durante 10 anos na RPC TV, onde apresentou o telejornal Paraná TV. Atualmente ele é professor universitário e coordenador de jornalismo do canal pago Foz TV.

Confira abaixo, a reportagem publicada pela página oficial da 100 Fronteiras:



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Alunas recorrem a internet na hora de estudar para provas

Natália Souza



É verdade que a Internet pode ser uma grande distração nas salas de aula. Enquanto o professor explica a matéria, há alunos mais concentrados na telinha do celular, checando as redes sociais ou vendo vídeos na Internet ou simplesmente navegando pelos sites.

Todavia, o mundo cibernético não é necessariamente prejudicial ao ambiente universitário.
Alunas do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas - UDC encontraram outra utilidade para a internet, além das redes sociais, que se encaixa perfeitamente nas atividades ao longo dos anos de graduação.

A aluna Mariana Juppa, do curso de Publicidade e Propaganda, alia o conteúdo aprendido em sala de aula ao que está disponível na Internet na hora de estudar. "Antes de tudo, eu verifico a veracidade das páginas, pois há muitas que são editáveis e podem ter algum conteúdo errado. Se tiver informações parecidas com as que o professor passou, já começo a ler e procurar mais matérias", diz.
 
A aluna do curso moda, Isabelle Nascimento acredita que correr atrás de conhecimento nunca é demais, especialmente se for relacionado a futura profissão. "Já li alguns livros da biblioteca desde o primeiro período, porém, também gosto de acessar blogs e sites sobre moda para encontrar uma ou outra coisa diferente, a qual ainda não estudei em sala de aula". 

Ambas as estudantes concordaram que agregar conteúdo da Internet é vantajoso, pois é possível encontrar muitos tipos de informações com fontes variadas, além de terem ideias para projetos e trabalhos.

quinta-feira, 6 de março de 2014

A internet da evolução Web 2.0




Nayara Cavalhieri
Patrícia Fernandes

Web 1.0 é semelhante a uma biblioteca. Permite assistir e ler, mas não tem um vínculo com a fonte da informação, exceto por meio da troca de e-mails.

Na década de 2000 a Web 2.0 passou a ser o nome utilizado para segunda geração da internet. A tecnologia explodiu com muitas inovações facilitando a vida das pessoas. Pode-se considerar mais um avanço. Vários sites passaram a ser mais flexíveis aceitando contribuições de seus usuários. A internet 2.0 também proporcionou a interatividade através das redes sociais com ferramentas como facebook, Orkut, twiter, msn, flick, e postagem de vídeos pelo youtube. Assim, cresceram os compartilhamentos de informações entre os usuários, Além das mídias sociais, a web 2.0 facilita a obtenção de conhecimento, tendo impacto na educação.

Outro fator é agilidade que a agregou na vida das pessoas, tanto pessoal quanto profissional. Os internautas podem ter acesso às noticias nacionais internacionais em tempo real não importando sua localidade, pois hoje existem dispositivos móveis com estes aplicativos. O blog também é uma ferramenta desta nova fase onde qualquer pessoa pode abrir seu próprio site não necessitando nenhum tipo de permissão.

A web 2.0 também tem seus pontos negativos. Nos dias de hoje a informação já está processada, o que não estimula o pensamento crítico. Há conteúdos impróprios para menores e aumento do sedentarismo.




As vantagens e desvantagens da Web 2.0

Luisa Gomez


Uma das propostas da Web 2.0 é o compartilhamento e a criação dos novos conhecimentos e informações através de redes sociais. O termo não se refere a uma estrutura diferente da própria internet, mas sim como ela é vista e utilizada pelos usuários.   

Este tipo de tecnologia possibilita a troca de informações entre usuários sem importar distâncias. Ela pode-se definir como um conjunto de aplicativos e ferramenta que marcam uma nova tendência quanto ao uso dos diferentes serviços que a rede oferece, pois possibilita aos usuários interagir, dinamicamente com os diferentes tipos de informações e também intercambiar conteúdos e socializar opiniões.
Antes da chegada da Web 2.0 eram utilizadas páginas programadas em HTML que podiam ser atualizadas frequentemente fazendo com que os sites não tivessem muito êxito. Desta maneira foi criada a Web 2.0 com o objetivo de fazer a experiência na web mais interativa. Acredita-se que a Web 2.0 deu o início a criação das redes sociais já que possibilita aos usuários interagir entre eles com mas facilidades.

Graças à criação da Web 2,0 surgiram também as redes sociais, que hoje em dia são ferramentas fundamentais na vida das pessoas. Páginas como facebook, twitter e youtube são das mais importantes e as mais usadas pelos usuários, onde cada os usuários podem compartilhar desde fotografias até vídeos.
Como todas novas invenções, a Web 2.0 tem suas vantagens e desvantagens, pois esta tecnologia oferece uma liberdade ilimitada na postagem, informações e criações de novos sites. Desta maneira é difícil de comprovar a originalidade e legitimidade dos materiais publicados na web.

Outras das desvantagens da Web 2.0 é a falta de segurança com as informações. Os documentos podem ser plagiados e também não existe uma privacidade absoluta sobre as informações postadas.



Internet 2.0: Um conceito inefável


A internet é uma ferramenta indispensável para a comunicação moderna, pois ela permite um tráfego intenso de informações em alta qualidade e em um curto espaço de tempo. No século XX, a internet foi fundamental em vários feitos históricos e principalmente na guerra fria. A WEB, como também é chamada, surgiu devido a necessidades dos militares norte-americanos em ter um meio de comunicação seguro e alternativo se comparado aos tradicionais. No inicio só as forças armadas podiam usar, pois se tratava de segurança nacional. Mas ao se passar os anos, o governo liberou o uso da internet para civis. Os primeiros a terem contato com esta nova tecnologia foram os pesquisadores e universitários. 


       Em 1990, o Engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu o World Wide Web, famoso “WWW” que revolucionou a interface gráfica. Antes disso, só era possível o acesso a web através de linha de comando, que são programas responsáveis por tomar as ações efetivas conforme a orientação do usuário através da comunicação textual. 

       A invenção de Lee fez com que a internet se popularizasse e conquistasse vários adeptos. Com este mecanismo, a internet ficou mais dinâmica e com um visual despojado. Após a década de 90 surgiram vários navegadores, que ajudaram a expansão da internet como: Firefox, Internet Explorer entre outros.  

         A partir de 2004, a internet recebeu alguns ajustes, melhorias chamadas de Internet 2.0, que consiste na mudança da forma de relacionamento com os internautas. Essas mudanças pendem para o lado de expansão, novo modelo e um novo marte. A internet 2.0 possibilitou participações diretas dos usuários, com isso, nasceram os grandes sites de relacionamentos. 

Sergio Damazio

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Web 2.0 e o impacto no jornalismo


Jéssica Vanessa 


Os impactos da internet nas empresas jornalísticas foram potencializados com a era da web 2.0. Antes da web 2.0, os internautas eram considerados meros leitores. Com o passar do tempo, a web 2.0 possibilitou interação entre os veículos de comunicação e os leitores. Assim surge o conceito de jornalismo participativo, jornalismo cidadão e jornalismo open-source.

Nos dias atuais, a interatividade vem sendo ampliada a ponto de o público produzir conteúdos de interesse noticioso para publicações presentes na internet. Assim, é cada vez mais comum o surgimento de sites que se autodenominam jornalísticos e são compostos por informações enviadas por colaboradores que muitas vezes não são necessariamente jornalistas com formação profissional. 

Mas, de qualquer forma, a web 2.0 marcou o amadurecimento no uso do potencial colaborativo da internet, principalmente no jornalismo em que a produção participativa tem sido usada para aumentar a gama de assuntos abordados em portais de notícias. Assim,  além de dar ao usuário a sensação de interagir, as empresas conseguem ter volume de notícias que não conseguiriam caso tivessem de remunerar profissionais para produzi-las.


Web 2.0: um mundo sem fronteiras

Marcelo Santos

Desde o surgimento, a Internet passou por notáveis mudanças durante um curto período de tempo. De páginas estáticas, carregadas de links e layouts pobres, o que vê-se hoje é um mundo virtual totalmente diferente de suas origens.

No início, mesmo na novidade do momento, a internet era para poucos, provocando uma simples navegação sem profundidade, e uma conexão entre internauta e conteúdo quase que zero. Anos depois, uma evolução notável aconteceu em todos os aspectos. A internet ganhou outro nível, tecnologicamente e socialmente, conhecida como “WEB. 2.0”. Resumidamente, interação é palavra chave para essa mudança, ou então, REVOLUÇÃO.

Páginas em movimentos, canais de busca, relacionamento e interações, serviços de armazenamento, redes sociais, programas em nuvens, mecanismos de download, esses são apenas exemplos da nova era que se modifica a todo minuto.

Não há uma data precisa de quando realmente isso aconteceu. Nessa nova realidade virtual além do alto nível de tecnologia, uma nova visão de comunicação foi estabelecida, relacionada sempre à interatividade e rapidez com que tudo acontece: o internauta ganha voz,  faz  e participa. Outro ponto importante é a geração de conteúdo e a troca de informações: qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. A WEB 2.0 trouxe um mundo sem fronteiras.

domingo, 23 de junho de 2013

Hipertexto

A cada link, a internet demonstra a versatilidade e facilidade de reunir vários tipos de informação em um único lugar

Por Oly Junior e Rodrigo Mattjie 

Hoje em dia é praticamente impossível pensar na internet, sem que se lembre das imagens, sons, vídeos e outras tantas formas de comunicação. A hipertextualidade é a característica da web que garante a interligação, seja ela entre diversas páginas ou até mesmo as referenciações.

O simples ato de “navegar” teria outra percepção sem a presença dos recursos multimídia existentes hoje. A hipermídia garante que a internet, seja muito mais interativa e com garantias de continuidade.

Do ponto de vista técnico não existem diferenças ao criar links para textos, imagens ou até mesmo arquivos de áudio. Desta forma a criatividade na hora de criar as “ramificações” do material ficam por conta do autor.

Pierre Lévy, em 1993 já explicava no livro As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática, que “a disposição das informações na internet, com o auxílio dos hiperlinks, disponibiliza os conteúdos relacionados conforme seu desenvolvimento, a partir da ideia de que hipertextos transformam automaticamente palavra em texto escrito. Dessa maneira, são como as associações na mente humana, que se movimenta de uma representação para outra ao longo de uma rede intricada”.



No jornalismo essa maneira de gerar os materiais requer uma maneira própria de planejar, organizar e elaborar as pautas. Fragmentar as matérias em pequenos blocos faz com que os leitores acessem diferentes partes mais facilmente.

A acadêmica do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas de Informação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Kelly Thums, considera que esta fragmentação, além de facilitar o acesso às informações também proporciona novos caminhos, assim como também a diversidade de olhares, aprimorando o conteúdo do leitor.

Na internet, caracterizada pelo espaço ilimitado, o dinamismo prende a atenção dos leitores. Por isso o domínio das características da internet garante a persuasão do meio sobre o usuário, gerando assim construções e enredos criativos.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Jornalismo móvel

 Por: Luana Gonçalves




O Jornalismo Móvel trata-se do uso de tecnologias móveis digitais, como celulares, e de conexões sem fio na produção jornalística. Nestas condições o repórter pode narrar os fatos em tempo real ou enviar em banda larga para a redação áudio, vídeo, fotos e imagens e textos. 

Temos a emergência do jornalista mobile, que sai às ruas carregando equipamentos wireless como lap tops, celulares e câmeras digitais para produzir notícias a partir do local onde os fatos ocorrem. 

As tecnologias móveis digitais em redes sem fio promovem mudanças nas redações , na prática jornalística e na construção de novos formatos de notícias. 

As pessoas podem utilizar os telefones para relatar o que testemunham, os jornalistas são obrigados pela ética profissional a utilizar seus telefones para fornecer informações oficiais, também apoiadas pelos fato. 

domingo, 4 de novembro de 2012

INFORMAÇÃO JOGADA


Navegar pela internet  sempre significou busca por algo. E os sites estão usando uma nova ferramenta com o intuito não só de divertir, mas de servir como informação, com o uso dos newsgames.
Esse nome começou a ser usado em 2003 e recentemente passou a ser mais utilizado por instrumentos da mídia, como jornais, revistas. Um newsgame funciona como se fosse uma notícia interativa. Traz a criação de histórias com gráficos e faz da interação do internauta mais intensa do que nunca.
 
Os Newsgames são formatos “experimentais” cada vez mais produzidos por ambientes de informação. O conceito aproxima e permite que o jogador visualize e busque uma informação correta de forma mais interessante. Não funcionam para notícias consideradas de última hora, mas contextualizam e mostram bons valores para aspectos sazonais.
No Brasil, quem está em um bom caminho de visualizar a informação e contextualizá-la de forma lúdica é a revista Superinteressante.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Depresión en la adolescencia influenciada por los Medios de Comunicación


Márcio Falcão – 4º Comunicación Social  Periodismo



Estudios relatan que la depresión en la adolescencia aumenta a cada día, por ser un asunto poco discutido, es banalizado por la sociedad, consecuentemente hace con que los adolescentes y jóvenes en esta situación se sientan desvalorizados y desmotivados.

Con la llegada de la adolescencia, la pubertad aparece y las responsabilidades empiezan a ser impuestas, con eso algunos problemas también surgen. El acumulo de las responsabilidades,  tristezas y problemas pueden transformarse en un inicio de depresión, un sentimiento que es alimentado por el propio adolescente sin que él perciba. Las primeras señales pueden ser notadas luego en el inicio de la depresión, como la falta de voluntad de salir, estudiar, comer y hablar en público. Estas son características que aparecen en casi todos los casos de depresión en la adolescencia.

Algunos pesquisadores como Stanley Hall, consideran la adolescencia como un nuevo nacimiento, un período dramático marcado por conflictos y tensiones.” Estos adolescentes presentan como objetivo aprovechar la vida, divertirse, disfrutar lo máximo de su tempo libre, vivir la sociabilidad con los amigos, y disfrutar diferentes formas de ocio” destacó el investigador.

Medios de Comunicación

Las informaciones vinculadas por los medios establecen un padrón de belleza, totalmente fuera del contexto social. Ser fuerte, cabellos lisos y ojos verdes son características de lo bello establecido socialmente. Algunos adolescentes hacen de todo para conseguir este perfil: anabolizantes, lentes de contacto, productos químicos para alisar el cabello son algunas de las tentativas, muchas veces frustradas.
En esta búsqueda por lo ton soñado perfil de belleza, los adolescentes que no consiguen llegar a ese patrón, empiezan  alimentar un sentimiento de derrota, fracaso y tristeza, lo que caracteriza la depresión.  Con eso podemos percibir el efecto que los medios tienen sobre la formación del pensamientos principalmente en los adolescentes, a final, es en esta época que se forman los ideales. 


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