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sexta-feira, 18 de abril de 2014

MUDANÇA DE HÁBITO: FAST FOODS

Os fast foods são sinônimo de estilo de vida desde os anos 1980 e continuam no mundo como um costume natural da população.

Todos os dias as pessoas têm um tempo curto e não priorizam a alimentação balanceada. Assim, acabam comendo algo rápido, mas que não é saudável: fast food’s.

O resultado do consumo exagerado reflete no corpo e na saúde dos consumidores, causando obesidade, aumento da pressão arterial, doenças cardiovasculares, colesterol alto e diabetes.

O passo principal para a mudança do hábito do drive thru e fast foods passa pela observação da frequência com que a pessoa consome e aceitação de que isso é ruim. Passada essa face, a dica  é substituir alimentos com excesso de sal e gordura por alternativas também rápidas, porém com menos calorias e dando mais energia e qualidade de vida.

A dieta ideal está relacionada a alimentos e lanches naturais, além do consumo de frutas e biscoitos integrais no intervalo entre as refeições principais.

O resultado da nova dieta, além de refletir na saúde, também dá uma diferença considerável no bolso do consumidor, pois ele economiza bem mais dinheiro e combustível. Se antes ia aos intervalos ao fast food, hoje já tem uma reeducação alimentar com alimentos naturais e mais baratos.

Por Marina Massao


domingo, 30 de junho de 2013

Violência obstétrica, você não vê, mas elas sentem

A violência obstétrica é um fantasma na vida de muitas mulheres. Segundo estudo realizado pela Pública, uma em cada quatro brasileiras já sofreu com esse tipo de agressão. A violência não é só o ato físico. A verbal pode ser grave e deixa marcas. Muitas mães não denunciam ou até acham que abusos e agressões são normais.
Uma enfermeira que trabalha em Foz do Iguaçu, que preferiu não se identificar, conta que os profissionais que atuam em centros obstétricos comentam sobre a “fama”dos médicos. “As médicas mulheres são as mais estúpidas. Os obstetras são mais atenciosos e cuidadosos, mas também cometem alguns equívocos. Muita gente não está preparada para lidar com essas pessoas passando por esse tipo de dor, fazem o procedimento correto mas não sabem como tratar a gestante".


Há números e casos que comprovam toda essa situação: de seis entrevistadas para esta reportagem, apenas uma não sofreu nenhum tipo de agressão. Acompanhe três dos casos mais marcantes.




Três gestações, três traumas


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L.V foi submetida a três partos normais por plano de saúde. Teve problemas para engravidar na primeira gestação e escutou de sua ginecologista que se engravidasse perderia seu filho ou morreria. Em sua segunda gravidez, aguentou os tons de deboche de uma auxiliar de enfermagem. “Imagina quando estiver na hora do parto” foi o que ouviu quando estava com a cabeça de sua filha coroando. Mas foi seu terceiro parto que a deixou com marcas físicas e psicológicas.


“Quando cheguei no hospital, me perguntaram se queria ligar para o meu médico. Avisaram que ele demoraria três horas para chegar. Como estava com contrações fortes, preferi a médica que estava de plantão. Ela também queria fazer meu parto em seu plantão, pois ganharia mais com isso. Para forçar meu bebê a nascer, ela enfiou o fórceps várias vezes seguidas. Após minha segunda filha nascer, tive meu útero retirado do meu corpo, costurado e colocado de volta, para conter uma hemorragia devido aos inúmeros cortes. Quando meu médico soube do que aconteceu, deu socos na mesa do seu consultório. Na semana seguinte, a médica foi denunciada ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e foi mandada embora do hospital em que fui atendida.”



Quartos coletivos do SUS


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C.B é mãe de duas meninas, uma com 11 e outra com 13. Ambos os partos (cesáreas) foram realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No texto a seguir, ela conta como foi o parto da sua primeira filha.

“Tive um trabalho de parto normal, de 12 horas seguidas. Eu havia ido ao hospital duas vezes no mesmo dia, o médico fez o toque e não havia dilatação. Na terceira vez que eu fui ele concordou em fazer cesárea, porque o trabalho de parto já tava demorando muito tempo. A parte clínica foi tranquila, a equipe era completa. O problema todo começou depois da cirurgia. Te mandam pra uma sala de recuperação da anestesia, e quando dá aproximadamente três horas, que é o tempo de recuperação da anestesia, a enfermeira só verifica se você tem sensibilidade nos pés e daí você já sai da sala direto pro quarto. Você passa em frente ao berçário, as suas pernas ainda estão abertas (meio anestesiadas) e colocam o neném no meio. Aí os enfermeiros me tiraram da maca e colocaram na cama, sem dar as 12 horas que o médico recomenda. E dali você tem que se virar e contar muitas vezes com a solidariedade das pessoas, porque no SUS os quartos são coletivos, então tinha uma moça que havia tido parto normal e me auxiliou: eu dava de mamar pra minha de um lado, e quando eu precisava trocar, ela que também havia tido uma filha, de parto normal, levantava da cama dela e trocava a neném de lado pra mim. Até mesmo me virar, era muito dolorido, muito difícil. Eu senti nos meus dois pós-partos um desespero muito grande, talvez por causa da anestesia.”


Me esqueceram



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Daiana F. Martins passou 24h em trabalho de parto. Ficou sozinha no quarto com outras mães, sem direito a acompanhante. Foi esquecida na ducha pela enfermeira durante 2h, e só saiu de lá porque outra gestante que estava em pré-parto lhe ajudou. Quando já estava em trabalho de parto, pediu ajuda às auxiliares de enfermagem que estavam jogando baralho em uma mesa ao seu lado. Foi acusada de tumultuar e assustar as outras mães que estavam com ela. Quando o médico finalmente veio e foi examiná-la viu que o neném já estava coroando. Para levantar da maca, ela tentou apoiar em uma das auxiliares e escutou dela um “não me encosta”. Ouça a história completa:





Leis


Em junho de 2000, foi estabelecida a Portaria n.º 569 que diz que “o acesso das gestantes e recém-nascidos a atendimento digno e de qualidade no decorrer da gestação, parto, puerpério e período neonatal são direitos inalienáveis da cidadania”.

Em 2005, entrou em vigor a lei n° 11.108, que obriga os sistemas de saúde (privados e SUS) a permitir a presença de um acompanhante (indicado pela parturiente) durante o trabalho de parto, no parto ou pós parto.


Cesariana


A cesárea é um procedimento mais rápido e mais rentável que o parto normal para o profissional que realizará o procedimento. A imposição da cesariana tem sido encarada como uma forma de violência. O risco de morrer durante a operação é quase quatro vezes maior que no parto normal. O Brasil é o campeão mundial nesse tipo de cirurgia (52%).

Muitos médicos manipulam e incentivam as gestantes a fazer este procedimento no pré-natal. Conselhos de saúde e estudiosos chamam a atenção para o fato de que o feto não possui "hora marcada" para nascer. O corpo da mulher dá os sinais com contrações e o rompimento da bolsa, por isso, a cesariana deveria ser uma medida de emergência e não um método usual.


Parto humanizado


A Rede Humaniza SUS (RHS) é uma rede social para pessoas que estão interessadas em humanizar a gestão e o cuidado no Sistema Único de Saúde. Em 2001, surgiu o Programa Nacional de Humanização do Atendimento Hospitalar (PNHA)) que, em 2003, virou Política Nacional de Humanização (PNH). Essa política incentiva e instrui seus profissionais para que eles possam atender os pacientes com qualidade e respeito.
Assim como outros procedimentos, há o parto humanizado. Nele, as gestantes são as protagonistas: escolhem a posição que desejam ter seu filho e têm direito assegurado a um acompanhante em todas as fases (pré parto, parto e pós parto). Esta ação visa garantir que a mulher não tenha seus direitos (estabelecidos na Portaria n.º 569) violados no sistema público de saúde.


O que elas escutam

Pesquisa realizada pela Agência Pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo com gestantes submetidas a partos na rede pública indicou que são essas as frases mais ouvidas durante o parto:

· Não chora que ano que vem você está aqui de novo (15%);
· Na hora de fazer não chorou/não chamou a mamãe, por que está chorando agora? (14%);
· Se gritar eu paro agora o que estou fazendo, não vou te atender (6%);
· Se ficar gritando vai fazer mal pro seu neném, seu neném vai nascer surdo (5%).








quinta-feira, 27 de junho de 2013

Retrato da vida real: Murillo Azevedo Fernandes

Por Caroline Agripino e Silvio Meireles



Murillo deu entrada no Centro de Nutrição Infantil de Foz do Iguaçu aos 7 meses de idade, onde permaneceu por 90 dias. Tinha o peso de uma criança de 3 meses e ficou lá para tratar a desnutrição, doença desencadeada pelo descaso e maus tratos de sua mãe biológica. Quando teve alta, sua mãe informou que não queria levá-lo para casa. Por decisão judicial, foi levado para a Casa Abrigo e colocado para adoção, onde recebeu todos os cuidados necessários: continuidade da dieta, remédios e vitaminas.

Adotado por Dirlene Fernandes e Joaquim Augusto Azevedo quando estava com 1 ano e meio, teve a vida mudada radicalmente. Dirlene foi voluntária da mesma instituição que cuidou do seu filho adotivo, de 1993 a 1994. Mesmo com dois filhos biológicos, Gustavo e Amanda, ainda possuía o desejo de ser mãe novamente. “O que me incentivou a adotar foi querer mais filhos mesmo e ja tinha 2 filhos naturais, e não queria gerar mais, e o pensamento de querer um mundo melhor para tantas crianças abandonadas.”
 
Após 6 meses da adoção de Murillo, o casal resolveu adotar também Rafaela. Certo tempo depois, Dirlene foi surpreendida: descobriu que quando fazia voluntariado, cuidou da irmã mais nova de sua filha adotiva.
 
Mesmo com todos os cuidados (tratamentos e injeções), Murillo teve deficiência no crescimento. Ficou com baixa estatura e teve uma perfuração no tímpano devido a uma otite crônica. Operado aos 15 anos, não ficou com nenhuma sequela. Hoje, aos 19, possui 1,59cm e 52kg, estuda Engenharia Mecatrônica, trabalha e reside com sua mãe e irmã em São Paulo.

                     


 Centro de Nutrição


Uma organização civil não-governamental sem fins lucrativos. Presta serviços para crianças desnutridas na faixa de idade entre 0 (zero) e 5 (cinco) anos. Para usarem os serviços da instituição, as crianças são encaminhadas pelos postos de saúde, hospitais, Pastoral da Criança e demais segmentos da sociedade de Foz do Iguaçu e região. Elas são avaliadas a partir de uma triagem, onde são analisados o peso e estatura de cada criança. Em seguida, passam por consulta médica. O médico faz o diagnóstico e define qual será o tratamento necessário e esclarece ao responsável a importância do tratamento.
A criança recebe o tratamento durante o dia e depois os médicos passam todas as orientações para os pais, incentivando a continuidade do tratamento em casa, levando remédios, leites e outros. O Centro conta com um grupo de funcionários capacitados para o atendimento diário das crianças.
As crianças no berçário recebem os cuidados dos atendentes de creche, auxiliares de enfermagem, e até de familiares e voluntários. Em casos de desnutrição, elas são encaminhadas para especialistas do SUS voluntários cadastrados no CENNI.
A alimentação no Centro é adequada à necessidade da criança, primeiro é ajustada às condições clínicas, depois a idade e ou grau de recuperação.

As instalações são adequadas, como lactário e cozinha dietética a equipe garante a qualidade da alimentação.
Em casos de menores de seis meses, quando necessita a relactação, a mãe é acompanhada junto com o filho em todo processo, visando estimular a amamentação, melhorando assim a s condições de recuperação da criança.

Quando necessário as crianças recebem atendimento de fisioterapia motora estimulando o equilíbrio, coordenação, tato e outras. No Centro de Nutrição, são observados aspectos relacionados a parte afetiva emocional de cada criança que passa pela instituição, assim como os relacionamentos que a envolvem. Quando necessário, são encaminhados a tratamento psicológico.
Assistentes Sociais, psicólogos e nutricionistas realizam visitas domiciliares com objetivo de constatar as reais condições e recursos de sobrevivência de cada família que envia criança para o centro. Quando a mãe necessita ficar junto com o filho no processo de atendimento são oferecidos cursos de capacitação com artes e culinária. As atividades ajudam no estímulo à responsabilidade, à autoconfiança, à organização, à utilização prática de conhecimentos, incentivando assim, a capacidade de prover recursos básicos para sobrevivência. Com isso, o centro mostra preocupação não só com o bem estar da criança, mas de toda família. As mães recebem além de atendimento, vale transporte para ir até o Centro de Nutrição.
No inicio das atividades do Centro, a Criança ficava internada no local, hoje eles passam apenas o dia, eles comem, brincam e ficam em observação, recebendo a medicação necessária para a recuperação. Existe um setor que atende apenas as mães brasileiras que trabalham no Paraguai, elas precisam ser apresentadas por uma pastoral para ter os benefícios.
Para sobreviverem, eles recebem um subsidio da prefeitura, como não é suficiente, o Centro promove uma campanha de mantenedores mensais e faz bazar para acrescentar na renda. Com bom reconhecimento pelo trabalho realizado, o centro recebe credibilidade na cidade. Doações são recebidas de diversas fontes físicas ou jurídica.
O centro trata de crianças desnutridas ou obesas, em casos mais complicados, a criança é encaminhada para especialistas para um tratamento mais específico. Por mais que a organização é filantrópica, eles valorizam as pessoas que ficam de tempo integral com contratações. Os gastos mensais são de 35 mil reais para manter a instituição.
A casa conta com: 02 berçários c/ capacidade p/ 20 crianças alojadas,01 consultório / posto de enfermagem, 01 ambulatório,01 cozinha p/ as crianças, 01 cozinha p/ funcionários e mães / refeitório, 01 lavanderia,<!--[if !vml]-->http://www.centrodenutricao.org.br/cenni/gif_idx/trans_spacer.gif<!--[endif]-->01 lactário; 01 depósito, 01 sala p/ vigia e relógio ponto, 08 sanitários, 01 sala p/ triagem, 01 sala de recepção, 01 sala de espera,
01 sala p/ psicóloga, 01 sala p/ fisioterapia, 01 sala p/ administração, 01 sala p/ nutricionista, 01 sala p/ assistente social, 01 veículo p/ uso dos profissionais.

As finalidades e objetivos são: Diminuir a mortalidade infantil, instruir a comunidade, recuperar o peso da criança desnutrida, manter todas as condições necessárias para o atendimento, incentivar a participação da comunidade e organizar atividades.

Diretoria
Presidente: Nélly Elisa Rossi Sosa

Vice-Presidente: Miriam Soethe Costa

1º Tesoureiro: Elias João Dandolini

2º Tesoureiro: Marlene Osowski Curtis

1º Secretaria: Ana Paula do Nascimento

2º Secretaria: Betina Baukem Grechi

Centro de Nutrição Infantil - Telefone 45-35744190

 

Os riscos da automedicação

Por Rosimeire Cristina de Oliveira - 5o. Jornalismo


A automedicação, ou seja, uso de medicamentos sem a prescrição, orientação ou o acompanhamento médico é muito comum




Ao sentir uma dor as pessoas logo vão procurar um medicamento que uma vizinha disse que e é bom ou que já tomou em algum momento, sem perceber que isso pode acabar piorando seu estado de saúde.

Os riscos vão desde reação alérgica, diarréia, tonturas, vômitos e até mesmo levar a um diagnóstico errado.

Um simples antiácido pode estar mascarando uma gastrite ou uma úlcera. A farmacêutica Laís Mangini Cicchelero alerta.  ´´O antiácido, por exemplo, com que frequência você tem tomando uma vez por semana, três vezes ao dia. Todo dia você esta com azia, mas por quê?   A azia pode ser sintoma de uma doença mais grave gastrite, úlcera um refluxo gástrico. Às vezes estes sintomas estão te alertando de alguma coisa e você vai lá e mascara os sintomas", explica.
Os medicamentos receitados pelo médico também podem representar perigo caso não sejam tomados corretamente ou conservados de maneira inadequada.
  
Por isso é muito importante tomar o medicamento conforme a orientação médica, para que o uso tenha o efeito esperado. O abuso na dose pode causar uma intoxicação.
A conservação também é muito importante para sua eficácia. Evite locais úmidos e os rótulos devem estar bem legíveis com nome e validade do medicamento. É preciso estar atento no momento do uso para não tomar medicamento errado.
Como conta a farmacêutica Michelly Borghette Ribas. ´´Uma cliente disse que a filha estava com dor de cabeça e ela deu anador  e a dor não passou. Pedi para ver o medicamento que ela havia dado, e era remédio para verme de cachorro por isso a dor não passou", diz.
Todo cuidado é pouco ao fazer uso de qualquer medicamento, por isso o melhor a fazer é buscar sempre a ajuda de um profissional para que ele possa dar a melhor solução para o problema.













quarta-feira, 26 de junho de 2013

Ganhe alguns quilos a mais de forma saudável



Existem vários tipos de dietas para as pessoas que querem emagrecer, mas quando o assunto é engordar alguns cuidados devem ser tomados. Na pressa de conseguir um corpo perfeito e fugir do estereótipo magro, as pessoas recorrem a tratamento com coquetéis, suplementos, medicamentos e o fator principal, alimentação exagerada. 

A nutricionista Thais Dalmagro pontuou a importância do acompanhamento médico para ganhar massa muscular. “O médico realiza vários exames no paciente, para ao final repassar um diagnóstico completo e detalhado. Desta forma pode dizer qual a alimentação correta e os exercícios físicos adequados para aquela pessoa”.

O metabolismo do ser humano não se adapta a qualquer tipo de dieta. As soluções mágicas apresentadas em sites e redes sociais não podem ser adotadas sem antes passar pelo diagnóstico médico. Mesmo para conseguir alguns quilos a mais o consumo de gorduras deve ser controlado.

Dalmagro ressaltou que o corpo humano necessita de um equilíbrio. “Proteínas e gorduras, ajudam no processo de ganho de massa, mas não trabalham sozinhas. Todos os tipos de vitaminas são importantes nesse processo e em uma dosagem correta, nada em exagero”.

Existem dois tipos de massa, gorda e magra. A massa magra pode ser definida como músculos. A massa gorda são as gorduras alojadas no corpo, conhecidas como gorduras localizadas. “Existem maneiras corretas para conseguir engordar a massa magra, por exemplo, o consumo controlado de carne, fonte de carboidrato e proteína” , explicou a Nutricionista.


A dificuldade para engordar

Anderson Aquino tem 19 anos, atualmente pesa 55 quilos. O peso dele está abaixo do ideal. De acordo com o cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) seu peso deveria ser entre 69 e 75 quilos. Há 8 meses  frequenta a academia e obteve poucos resultados, afinal quando começou a malhar pesava 52 quilos, ou seja, conseguiu engordar apenas 3 quilos. “Na realidade não sei o que acontece comigo, pois me alimento muito bem e mesmo assim não consigo engordar”, pontuou Aquino. Quando questionado sobre acompanhamento médico, afirmou não achar necessário. “Nunca pensei em procurar um médico para conseguir engordar, afinal para isso basta alimentar-se bem e fazer exercícios físicos, porém no meu caso não está adiantando“.

Outro caso é o de Jonathan Cunha, 20 anos e 67 quilos.  Quando começou a academia pesava aproximadamente 58 quilos. Junto com a malhação, tinha uma alimentação adequada, porém também sem acompanhamento médico. Mesmo assim conseguiu ganhar pouco mais que um quilo por mês. “Estou muito contente, pois neste tempo de academia percebi muita diferença em meu corpo e as outras pessoas também”.

Nas fotografias abaixo, podemos perceber a diferença citada por Jonathan. Na primeira foto ele pesava 58 quilos. Na segunda ele já estava com aproximadamente 65. 



terça-feira, 25 de junho de 2013

Sacrifícios e obstáculos enfrentados no fisiculturismo


Cassiana Ivanoski – 5º Jornalismo

O fisiculturismo é o esporte que busca a definição muscular do corpo através da musculação. A modalidade levou anos para ser reconhecida como esporte, ainda hoje os adeptos sofrem de preconceito. Algumas pessoas não consideram atletas aqueles que estão à procura do “corpo perfeito”.

O que a maioria não imagina é que o fisiculturismo, além de força, exige muito conhecimento teórico, consequentemente muita leitura e estudo. Os fisiculturistas treinam o ano inteiro, os 12 meses são divididos em dois períodos nos quais a rotina e a alimentação, se diferem. O pré-treino inicia cinco meses antes das competições, os atletas normalmente malham duas vezes por dia e possuem uma dieta rica em carboidratos e suplementos alimentares, após esse período os outros meses são chamados de bulk, objetivo é ganhar massa e a alimentação não precisa ser tão rigorosa, muitos atletas chegam a ganhar 30 quilos nessa época.

Esse esporte como qualquer outro exige muita dedicação e acaba ocasionando mudanças na rotina e vida social de quem o pratica. Segundo o campeão paranaense pela Federação de Culturismo Musculação e Fitness (IFBB-PR) e integrante da equipe Foz Fisiculturismo, Luiz Fabiano Silva, muitas coisas foram deixadas em segundo plano para se dedicar 100% ao esporte. “Quando decidi competir como fisiculturista esqueci o que é aquele famoso churrasco com os amigos ou então a balada do final de semana, sacrifícios que tive que tomar para me manter na dieta e firme no treino. Sinto muita falta, mas hoje minha meta é crescer profissionalmente dentro do fisiculturismo.” contou.

  Luiz Fabiano Silva - Campeão ParanaensedeFisiculturismo - IFBB

Nas competições muitos atletas conquistam ótimas colocações, mas são obrigados a abrir mão de competir devido a ausência de apoio ao esporte. Muitos atletas da equipe Foz Fisiculturismo, foram classificados para o Campeonato Brasileiro – IFBB, mas por falta de patrocínio não participarão.
Gilvanna Martin - 2º Lugar na Categoria Biquíni
Douglas Rodrigues da Equipe Foz Fisiculturismo - Classificado para o Brasileiro

Mais informações sobre os atletas iguaçuenses e os Campeonatos Paranaense e Brasileiro de Fisiculturismo – IFBB 2013 você assiste no vídeo a seguir:

http://www.youtube.com/watch?v=r9TBQlHoPXc
(esperando o blog encontrar o vídeo no youtube para coloca-lo aqui)

terça-feira, 18 de junho de 2013

Centro de Nutrição Infantil arrecada mais de R$ 2.000 em bazar beneficente

O bazar de R$ 1,00 tem como objetivo arrecadar dinheiro para entidade e é realizado toda primeira sexta-feira de cada mês

Cassiana Ivanoski – 5o. Jornalismo

O Centro de Nutrição Infantil (Cenni)  de Foz do Iguaçu promove toda primeira sexta-feira de cada mês, o bazar beneficente de R$ 1,00. Em média a entidade arrecada por mês R$ 700,00. Em junho o valor foi de aproximadamente R$ 2.000,00.

A administradora do Cenni, Marlene Andrade, acredita que isso seja resultado da divulgação realizada aqui no Siga o Lide e do trabalho de assessoria de imprensa feito pelos universitários do 5o. período de jornalismo. “Normalmente conseguimos menos da metade do que alcançamos em junho, o aumento nas vendas apareceu logo após o trabalho realizado no blog, mais de 100 pessoas passaram por aqui”, afirma.


O valor será revertido nos trabalhos realizados pelo Centro de Nutrição e utilizado nos gastos diários de manutenção da estrutura, como conta de luz, água, abastecimento do carro e na compra de remédios.

No bazar são vendidos roupas, sapatos e acessórios, seminovos e usados, moda feminina e masculina. O próximo está programado para a primeira sexta-feira (05) de julho. O evento é na própria entidade, localizada na Rua Antônio Raposo, 642. O centro é uma entidade civil sem fins lucrativos e se mantém com a colaboração de parceiros e doações.

Além do evento mensal, o Centro de Nutrição promove todo ano o Bazar Fique na Moda Fazendo o Bem, com mercadorias doadas pela Receita Federal. A edição de 2013 está programada para dia 28 de setembro.

Bazar Fique na Moda Fazendo o Bem - 2012

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Dia do Desafio mobiliza mais de 100 mil pessoas em Foz do Iguaçu

Cassiana Ivanoski – 5º Jornalismo

No dia do Desafio realizado na última quarta-feira de maio (29) foi registrada a participação de 107.407 pessoas em Foz do Iguaçu, ou seja, 41,94% da população iguaçuense se mobilizou para ação.

O Dia do Desafio é uma campanha mundial, que tem objetivo de combater o sedentarismo e incentivar a prática regular de esportes. Qualquer pessoa que praticou algum exercício físico por 15 minutos no dia, entre a 00h e às 21h, poderia ligar para o 0800 643 6690 ou entrar no site www.sescpr.com.br para registrar a participação.

E é claro que com o envolvimento de esportistas, sempre há o lado competitivo na história. Cada cidade que participa concorre com outro município. Para isso um sorteio eletrônico é realizado entre duas ou três cidades da mesma categoria para saber quem mobilizará o maior percentual de habitantes. Foz do Iguaçu estava na disputa contra San Pedro Sula, em Honduras. O resultado das cidades vencedoras ainda não foi divulgado.

Em 2012, a cidade disputou com San Juan Del Pasto, na Colômbia e perdeu a competição. Para essa edição os mobilizadores estão confiantes na espera dos números finais. “Para nós do Serviço Social do Comércio que estivemos envolvidos diretamente na atividade, programando diversas ações pela cidade, o número alcançando já representa uma grande conquista. Esperávamos alcançar 100 mil pessoas e superamos essa meta”, afirmou Allysson Costa, coordenador do Dia do Desafio do SESC em Foz do Iguaçu.

Nesse link: Dia do Desafio 2013 - Foz do Iguaçu você assiste o vídeo do desempenho de alguns funcionários, que trabalham em uma loja no centro da cidade. Os movimentos foram comandados por um professor de educação física do SESC. Até algumas pessoas que apenas passavam por lá, entraram na brincadeira e garantiram a diversão de todos.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Depresión en la adolescencia influenciada por los Medios de Comunicación


Márcio Falcão – 4º Comunicación Social  Periodismo



Estudios relatan que la depresión en la adolescencia aumenta a cada día, por ser un asunto poco discutido, es banalizado por la sociedad, consecuentemente hace con que los adolescentes y jóvenes en esta situación se sientan desvalorizados y desmotivados.

Con la llegada de la adolescencia, la pubertad aparece y las responsabilidades empiezan a ser impuestas, con eso algunos problemas también surgen. El acumulo de las responsabilidades,  tristezas y problemas pueden transformarse en un inicio de depresión, un sentimiento que es alimentado por el propio adolescente sin que él perciba. Las primeras señales pueden ser notadas luego en el inicio de la depresión, como la falta de voluntad de salir, estudiar, comer y hablar en público. Estas son características que aparecen en casi todos los casos de depresión en la adolescencia.

Algunos pesquisadores como Stanley Hall, consideran la adolescencia como un nuevo nacimiento, un período dramático marcado por conflictos y tensiones.” Estos adolescentes presentan como objetivo aprovechar la vida, divertirse, disfrutar lo máximo de su tempo libre, vivir la sociabilidad con los amigos, y disfrutar diferentes formas de ocio” destacó el investigador.

Medios de Comunicación

Las informaciones vinculadas por los medios establecen un padrón de belleza, totalmente fuera del contexto social. Ser fuerte, cabellos lisos y ojos verdes son características de lo bello establecido socialmente. Algunos adolescentes hacen de todo para conseguir este perfil: anabolizantes, lentes de contacto, productos químicos para alisar el cabello son algunas de las tentativas, muchas veces frustradas.
En esta búsqueda por lo ton soñado perfil de belleza, los adolescentes que no consiguen llegar a ese patrón, empiezan  alimentar un sentimiento de derrota, fracaso y tristeza, lo que caracteriza la depresión.  Con eso podemos percibir el efecto que los medios tienen sobre la formación del pensamientos principalmente en los adolescentes, a final, es en esta época que se forman los ideales. 


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