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terça-feira, 26 de maio de 2015

Meu lado radialista

                                                      
                                                        Ana Cristina Adamante  5º Jornalismo



Tem aqueles dias que o destino resolve trabalhar na ironia com você. Mesmo agora, que eu “subi na vida”, sempre estou fazendo bastante coisa que fazia antes. Trabalhar em uma rádio é aprendizagem todo o dia. Quando começamos em uma nova profissão, nunca sabemos se vamos conseguir fazer algo notável. Como no jornalismo, nunca sabemos se nossas palavras, sejam elas faladas, escritas ou interpretadas, possam mudar o mundo. Com quem falar? O que perguntar? Como abordar? Como deixar seu texto mais atrativo? Enfim, mas sempre há um espaço para um pouco de diversão.


Fazer reportagens de rua é outra aprendizagem. Você conhece pessoas, e, até um pouco das histórias delas. Mas como esses personagens são do interior de São Miguel do Iguaçu, os vemos quase todos os dias pelas poucas ruas. Suas histórias se repetem considerando a simplicidade e, em muitos casos, o pequeno mundo que as rodeia faz com que sempre haja uma história para cada local. Neste contexto sinto que as pessoas abrem um mundo totalmente novo para você.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Por: Márcia Araujo


O Repórter em Ação visitou a Associação Mãos Para Servir, que atende crianças e adolescentes das comunidades de Foz do Iguaçu. Fundado no dia 4 de agosto de 2013, o projeto social oferece cursos de músicas e dança.

Com a esperança de mudar a rotina de vida de dezenas de crianças carentes, o projeto oferece atividades gratuitas no contraturno escolar, com professores altamente capacitados.

A instituição sobrevive com a ajuda da comunidade e bazares beneficentes, de roupas usadas. Os participantes recebem alimentação e todo material utilizados para as aulas.

O projeto social fica localizado na Rua Estanislau Zambrzycki n°521, centro de Foz do Iguaçu.



OBS: Entrevista de web jornalismo,realizada com aparelho celular.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A notícia produzida para o seu celular


Por: Patrícia de Castro.
 
Grupo Folha de São Paulo pioneiro no jornalismo móvel. Foto: Patrícia de Castro.

O avanço da internet dá um novo ar ao velho jornalismo. Desde o momento que a internet deu o ar da graça, em 1969 através dos militares norte-americanos, tudo ao seu redor se transformou, e ainda está em transformação. No jornalismo, a internet trouxe, por exemplo, ao jornal impresso alguns “problemas”, pois alguns teóricos da comunicação o crucificam dizendo que ele está com os dias contados, pois acreditam que as pessoas preferem o recurso móvel do que o antigo papel. É, mas se ele vai acabar, ou não, isso é outra matéria. Voltando ao novo recurso no jornalismo, como foi a reação das empresas jornalísticas na época?
Empresários da comunicação, presenciando a crescente procura pelas “tecnologias nômades”, como pontua Lemos (2004), que para o autor seria os laptops, tabletes e celulares; modificações foram necessárias. Com a polarização dos aparelhos móveis, programas e aplicativos empresas jornalísticas sentiram a necessidade de fazer algumas mudanças, uma delas foi a nova maneira de colocar a informação em contato com leitor e a interação do usuário com a publicação.
No começo das primeiras transformações muitos jornais pelo mundo começaram apenas a copiar e colar o conteúdo do impresso no site – elaborado de forma rápida para tentar achar uma solução a nova onda tecnológica que vinha – porém, com o tempo os empresários da comunicação perceberam que ao copiar o conteúdo do impresso não era a melhor forma de se trabalhar com essa nova fase da informação.
Os jornalistas perceberam isso em 2000, quando os empresários da informação juntamente com as operadoras de telefonia se uniram, começava aí a comercialização do conteúdo e do serviço móvel. Uma ampliação nas vendas de ambas as empresas, a jornalística e a telefônica, foi notável.
O veículo pioneiro no Brasil foi o grupo Folha de São Paulo, no ano de 2000, lançando o FolhaWap, local onde disponibilizavam o conteúdo da Folha para os aparelhos móveis. Já os outros veículos, vendo o pioneirismo da Folha de São Paulo, trataram de promover os seus próprios.
Dos equipamentos móveis disponíveis as empresas viram que o mais utilizado era o celular, cerca de 108 milhões de unidades no Brasil, como aponta pesquisa realizada pelo site de Tecnologia em Telecomunicações (Teleco). Por ser mais barato que um laptop ou um tablete, o celular se tornou o queridinho, sem contar a facilidade de fotografar, filmar e gravar áudios. E não foram apenas as pessoas que passaram a utilizar  o celular, mas atualmente, empresas estão disponibilizando para seus colaboradores aparelhos.
Entretanto não é com a entrada de novas tecnologias que o padrão do jornalismo  mudou, mas sim, ganhou algumas readaptações. Contudo, aquelas características básicas e importantes, como lead, pirâmide invertida, apuração, credibilidade entre outras são seguidas. Conclui-se assim, que a importância desta nova ferramenta é essencial por possibilitar uma comunicação ponto a ponto, ou seja, uma comunicação exclusiva e direta, podendo ser trabalhada com as outras já existentes.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Mais importante do que navegar é não deixar o "ciber oceano" te engolir

   Ana Cristina Adamante / João Mota

Com a era digital as informações nos atropelam nos meios cibernéticos. É tudo tão rápido que bastam cinco minutos e um computador logado na web para a informação girar o mundo. Mas quem edita e qualifica todo esse oceano de informação? Como podemos ter certeza que as notícias que digerimos nos “cibermundo” é real? Ai está o “X” da questão, nunca saberemos se toda a informação é 100% confiável.
Ao contrário do jornal impresso em que a apuração era a mais demorada, a checagem da notícia era descrita com narrativas ricas em detalhes. A agilidade causou no jornalismo digital um comodismo por parte dos usuários, informações se vão com a mesma agilidade em que chegam, tornando os leitores menos desprovidos de boas referências e, assim sendo, incapazes de formarem opiniões fundamentadas.
Como não podemos checar todas os conteúdos que aparecem em nossas “timelines”, cabe então, a nós leitores e consumidores desses dados fazermos o papel de filtro. Começando por utilizar sites informativos seguros, além de pesquisar em diferentes fontes até criar uma ideia sobre determinado assunto.
É certo que o webjornalismo ganha mais adeptos a cada dia, essa é a mídia mais consumida no Brasil, ultrapassando a televisão. Quando o futuro se impõe o passado não se sustenta, e sobra ao consumidor final (nós) escolher se engolimos ou não aquilo que mastigamos.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A nova era do 3.0

A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi à implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook e Twitter. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível

Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los.


A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos, entre outros.

Jéssica Campos
Jéssica Vanessa

quinta-feira, 13 de março de 2014

GM conta com cães para auxiliar na segurança

Sarah Bertolino

A Guarda Municipal (GM) em parceria com o Laboratório de Adestramento Dhoniyya Kannel, de Foz do Iguaçu, criou em março de 2013 a Unidade K9, que conta com três cães da raça Pastor Belga Malinois para auxiliar na segurança da cidade.

Os cães, doados pelo laboratório, realizam trabalhos de localização e captura de criminosos escondidos em matagais ou recintos fechados e preservam a integridade física do agente municipal. Para promover a integração e aproximação da Guarda Municipal com a comunidade, são realizadas demonstrações das atividades cotidianas do cão para a população, incluindo o Show Dog e palestras de cunho pedagógico.

Os cães também auxiliam em operações antidrogas de eventos públicos e praças. O cão detector realiza uma “varredura” em todo o recinto no intuito de localizar entorpecentes. O trabalho é silencioso, não causa transtorno as pessoas de boa índole e tendo grande aceitação da comunidade.

Para o primeiro semestre de 2014, os trabalhos terão um foco direcionado para o policiamento das seleções que estarão na cidade de Foz em treinamento para a Copa do Mundo no Brasil. 

Segundo o subinspetor e operador dos cães da Guarda Municipal, Ezequiel Bertolino, os animais irão garantir total segurança dos operadores do evento. “A Unidade K9 proporcionará maior segurança aos agentes e aos atletas que irão estar em treinamento na nossa cidade, como nos jogos Olímpicos de 2008 em Beijing, quando a Polícia Chinesa empregou cerca de 600 (seiscentos) cães Pastor Belga Malinois na segurança do evento, o que resultou num grande sucesso no quesito segurança pública”.

Um quarto cão já está sendo treinado para a detecção de explosivos, tanto em ambientes externos como para ambientes internos. O agente canino deverá estar apto para o trabalho em junho deste ano. 



quinta-feira, 6 de março de 2014

Moradores pedem por semáforo em cruzamento perigoso no bairro Lancaster

Sarah Bertolino


O cruzamento entre avenida Andradina e a avenida Florianópolis é uma das esquinas mais movimentadas do bairro Lancaster.  O local é conhecido por ter o maior índice de acidentes na região, segundo o Instituto de Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans).

As avenidas têm grande fluxo de veículos por ser rota principal que liga as faculdades Unioeste, Uniamérica, a Usina de Furnas e por dar acesso a vários bairros. Transeuntes e motoristas questionam a falta de sinalização e a pouca iluminação que se tem em ambas avenidas.

Há anos, moradores da região procuram diversos veículos de mídia e autoridades municipais para divulgar a real necessidade da instalação de semáforo no local. Segundo a moradora da avenida Florianópolis, Ruth Barbosa, os acidentes são frequentes no período das 18h às 00h. “Nenhuma iniciativa é tomada por parte da prefeitura, eu mesma já me acidentei nesse cruzamento e os morados convivem com essa situação há mais de quatro anos. Tentamos nos mobilizar o máximo possível, mas nada é feito”, afirma.

No último acidente que ocorreu na noite desta segunda-feira, 03, duas vítimas foram levadas ao pronto socorro do Hospital Costa Cavalcante em estado grave. Indignados diante da situação, os moradores trancaram a passagem dos veículos e atearam fogo em vários pneus como forma de protesto. No momento, nenhuma autoridade política se manifestou a respeito da implantação do semáforo.

Av. Andradida e Av. Florianópolis

Por Trás das Telonas

Marcelo Santos
5o. Jornalismo


O cinema é uma magia que encanta gerações e cativa crianças e adultos de todas as idades. Mas o que há por trás das grandes produções, das belas fotografias, das cenas inesquecíveis? Nos bastidores de cada seção, a tecnologia do novo e do velho se entrelaçam para dar vida à majestosos filmes e momentos memoráveis



Atualmente no mercado cinematográfico brasileiro existem dois padrões para reprodução dos filmes: o digital e o analógico. Ambos formatos são utilizados no Iguassu Boulevard e Cine Cataratas, cinemas conhecidos da Tríplice Fronteira.

Dentro do formato digital, os dois mais conhecidos são o 2D (duas dimensões) e o famoso 3D (três dimensões). Um computador “super potente” com lentes ajustáveis para projeção é usado tanto para 2D quanto para o 3D. Os filmes nessa versão chegam aos cinemas em HD’s digitais criptografados, que são baixados para o computador e montados junto com os trailers que serão exibidos para cada seção. Tudo para evitar o vazamento e a pirataria.

Todo filme possui uma senha exclusiva, não sendo utilizável em outro cinema se não ao qual foi destinado. “Um pouco antes do início da seção, a senha é enviada por e-mail pela distribuidora do filme para que ele seja desbloqueado, antes disso, não temos acesso ao vídeo” é o que ressalta o supervisor de um dos cinemas da região, Odirlei de Toni.

Computador/projetor 2D e 3D

Outro formato ainda utilizado em muitos cinemas do país é o filme em película 35mm, os famosos “rolões”. Nesse, os filmes são enviados aos cinemas em pedaços, divididos em “rolos” menores que quando juntados, podem chegar a quilômetros. Alguns trailers para esse formato também chegam em rolos menores, que são anexados ao rolo principal. Enquanto no formato digital um computador é usado, no analógico, entra em cena uma grande máquina.

Máquina para projeção de filmes 35mm

Uma curiosidade em relação aos filmes em película 35mm é o custo da produção dos "rolões", considerado extremo. Por isso, esse padrão está sendo extinto em muitos cinemas, e conforme aviso de muitas produtoras, somente o formato digital será distribuído a partir de 2015.

Escolha dos filmes


Quando um filme é anunciado, inicialmente a estreia acontece no exterior, nos cinemas norte-americanos e posteriormente é lançado no Brasil. De acordo com Odirlei de Toni, a escolha dos filmes que entrarão em cartaz depende da disponibilidade da distribuidora. “A partir do resultado da bilheteria do exterior e as críticas que o filme recebeu é que nós os escolhemos, depois disso, temos que ver o número de cópias que são feitas para o Brasil que normalmente, é um número pequeno”.

Por isso, quem pensa que os cinemas têm filmes guardados um tempo antes, se engana. Após a escolha dos filmes que serão exibidos, um acordo é feito em relação aos horários e as salas que serão utilizadas. Como muitas vezes o número de cópias não é suficiente para cobrir todos os cinemas do país, os filmes podem estrear depois da data prevista ou até mesmo, não chegar a tempo.

De acordo com Odirlei, “normalmente, as distribuidoras pedem um tempo de 15 dias de exibição do filme, e em alguns acordos, pedem horários fixos e salas específicas.” Após o período de exibição, filmes e cartazes são enviados de volta para a distribuidora, e assim, o processo repete-se.







quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Web 2.0: um mundo sem fronteiras

Marcelo Santos

Desde o surgimento, a Internet passou por notáveis mudanças durante um curto período de tempo. De páginas estáticas, carregadas de links e layouts pobres, o que vê-se hoje é um mundo virtual totalmente diferente de suas origens.

No início, mesmo na novidade do momento, a internet era para poucos, provocando uma simples navegação sem profundidade, e uma conexão entre internauta e conteúdo quase que zero. Anos depois, uma evolução notável aconteceu em todos os aspectos. A internet ganhou outro nível, tecnologicamente e socialmente, conhecida como “WEB. 2.0”. Resumidamente, interação é palavra chave para essa mudança, ou então, REVOLUÇÃO.

Páginas em movimentos, canais de busca, relacionamento e interações, serviços de armazenamento, redes sociais, programas em nuvens, mecanismos de download, esses são apenas exemplos da nova era que se modifica a todo minuto.

Não há uma data precisa de quando realmente isso aconteceu. Nessa nova realidade virtual além do alto nível de tecnologia, uma nova visão de comunicação foi estabelecida, relacionada sempre à interatividade e rapidez com que tudo acontece: o internauta ganha voz,  faz  e participa. Outro ponto importante é a geração de conteúdo e a troca de informações: qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. A WEB 2.0 trouxe um mundo sem fronteiras.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Foi dada à largada: IX Festival de Comunicação

Estão abertas as inscrições para o IX FESTCOM – Festival de Comunicação Social do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas (UDC). Estudantes dos cursos de Publicidade e Propaganda e  Jornalismo têm até o dia 28 de junho para realizar as inscrições. Para participar do evento o acadêmico precisa preencher a ficha disponível no site da instituição de ensino (www.udc.edu.br). Além disso,  deve indicar o nome do professor coordenador do trabalho inscrito. Os projetos devem ser apresentados em versão impressa e cópia de CD ou DVD, pois só assim a participação será validade. O custo por inscrição de trabalho é de R$20.
 
O objetivo da atividade é disseminar a comunicação dentro do próprio centro universitário, aliando os conteúdos teóricos com a prática. Com isso, a ideia é praticar as bases estudadas em sala, estimular a produção de trabalhos universitários, buscar pela contribuição profissional, estimular o processo produtivo e criativo, e ampliar o conhecimento dos futuros profissionais da área. De acordo com o coordenador do curso de Jornalismo, professor Carlos Gruber, o festival também possibilitará conhecer novos talentos. “O evento é uma oportunidade na qual os estudantes podem colocar a criatividade para funcionar e ter o trabalho exposto também para outros colegas”, disse o coordenador.
 
Os alunos que participarem do Festcom vão receber a certificação de seis horas atividade, por trabalho inscrito. Todas as categorias serão premiadas com troféus e os alunos inscritos irão receber certificados pela participação no festival. Acesse o site http://www.udc.edu.br/ e acompanhe o regulamento completo do Festcom.
Mais informações 45 3523-6900.

(Daryanne Cintra)


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Profissional da Frimesa ministra palestra na UDC



Uma cooperativa de alimentos que ganhou notoriedade nos seus produtos de qualidade, promovendo renda para pequenos a grandes produtores do Paraná

Alunos do 1º e 5º período de Comunicação Social de Jornalismo e Publicidade, do Centro Universitário UDC, participaram de uma palestra na sala de vídeo da instituição às 21h, do dia 30 de maio, com a diretora de marketing da Frimesa, Elis D´alessandro.
Formada em jornalismo pela UDC, Elis encorajou os universitários com seu sucesso profissional, por ter ministrado palestra na faculdade em que se formou.  Com oito anos de experiência em uma das maiores empresas de alimentos do Paraná, ela apresentou o trabalho do marketing da Frimesa para manter uma marca sempre presente na casa do consumidor.
A palestrante mostrou entender bem da empresa que trabalha. Ela é responsável por todo o departamento que cuida da imagem da Frimesa. Empresa fundada em 1977 em Francisco Beltrão, que só em 1989 mudou para a atual cidade, Medianeira. Com mais de 4.378 produtos, a cooperativa  tem grande força no mercado de alimentos, competindo até com marcas internacionais consagradas.
Segundo Elis, 95% da produção da empresa é voltada ao mercado interno, agregando mais valor ao campo. A Frimesa é a segunda maior cooperativa de alimentos do Paraná e a sexta do Brasil.
Após apresentar o funcionamento, lucratividade e produção da Frimesa, Elis compartilhou um dos maiores eventos já realizado pela empresa, a comemoração dos 30 anos. Uma grande e caprichada festa que reuniu milhares de pessoas entre apresentações musicais, circo, atividades recreativas, distribuição de brindes e um passeio de balão.
No início e ao término da palestra, os acadêmicos aproveitaram o momento e entrevistaram a palestrante para depois produzirem matérias sobre o evento. Foram abordadas questões como: o plano de emergência em tempos de crise, a qualidade do leite, a influência de problemas em produtos adulterados em outras empresas e o controle de qualidade.


Cilvio Meireles
Rodrigo Mattije



terça-feira, 4 de junho de 2013

Assessora de Comunicação da Frimesa traz case para alunos da UDC



Por William R. Brisida


A assessora de Comunicação da Cooperativa Frimesa, Elis D’Alessandro, trouxe um pouco de sua experiência profissional, em palestra ministrada aos alunos do curso de Comunicação Social do Centro Universitário UDC, na noite da última terça-feira (28).

Com mais de 20 anos de casa, Elis fala com propriedade a respeito da empresa,  do trabalho de um assessor e também sobre aspectos como a responsabilidade social e ambiental que uma cooperativa  do porte da Frimesa deve ter. Dentre as estratégias de aproximação com a população, o destaque é o Projeto de Balonismo realizado pela assessoria de comunicação da empresa para marcar os 34 anos da Frimesa. O balão passou por diversas cidades da região oeste do Paraná com voos cativos a mais de 30m de altura e também voos livres com mais de uma hora de duração.


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Os voos não tiveram custo. Para participar, bastava entrar no site www.frimesa.com.br e clicar no banner da promoção, escrever uma frase sobre “amizade” e torcer para ser premiado. O tema amizade não vem à toa, faz parte do slogan da empresa: “Frimesa - Tem gosto de amizade”.

Elis mostrou aos alunos que o trabalho de assessora exige muita determinação e conhecimento sobre o produto da empresa. O profissional precisa acreditar na marca, porque “se um assessor não acredita na sua empresa, ele deve procurar outro emprego”, afirma.

A assessoria de comunicação é uma das áreas em que o profissional de jornalismo pode atuar.

Para a universitária Raísa Boing, a palestra foi uma oportunidade de conhecer o trabalho de um assessor, pensar sobre o futuro profissional e qual rumo seguir dentro do jornalismo.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Flash Mob é embalado por 10 músicas marcantes dos últimos anos

Cassiana Ivanoski - 5o. Jornalismo

O flash mob organizado pelos estudantes de Comunicação Social do Centro Universitário UDC, no dia 13 de maio, para lançar o Festival de Comunicação - Festcom, foi embalado por uma seletiva de 10 músicas, consideradas as mais marcantes dos últimos 10 anos.

O flash mob nada mais é que a aglomeração instantânea de pessoas em um local para realizar certa uma ação inusitada, mas previamente combinada pelos participantes.

A primeira música, alusiva ao ano 2003, foi Hey Ya, de um grupo chamado Outkast, formado por dois cantores de hip hop. O grupo é considerado o melhor de todos os tempos nesse estilo de música. Hey Ya fez sucesso em 2003 como o hit mais ouvido.

Para retratar 2004, a música eleita foi Toxic da cantora americana Britney Spears. A canção, favorita de toda a carreira de Britney, alcançou sucesso mundial e esteve entre o top-cinco em 15 países. Outra música, Gasolina, do cantor Daddy Yankee, tocava diariamente nas rádios e baladas em 2005.

A quarta música escolhida pelos estudantes foi Pump it do Black Eyed Peas, um dos maiores sucesso de 2006. A melodia foi tema de muitas campanhas publicitárias, como da Pepsi, e também trilha sonora filmes como Vovó Zona e Carros.

A faixa Umbrella da Rihanna marcou o ano de 2007 e ficou em terceiro na lista 100 Best Songs of 2007 elaborada pela revista Rolling Stones. Após o lançamento do single, vários outros artistas fizeram remixes. A música intitulada Low, que significa Baixo, é do cantor Flo rida. Esteve nas paradas musicais todo o ano de 2008 e ganhou por cerca de 3 anos o título de música mais baixada da história dos Estado Unidos, até 2009.

Para se referir a 2009, a canção foi Single Ladies, da cantora Beyoncé. A música ganhou o Grammy Award de Música do Ano e também o MTV Vídeo Muscis Awards de vídeo do ano.  Do ano de 2010, a música escolhida  foi Pan-Pan-Americano do projeto Yolanda Be Cool, o single recebeu o Disco de Ouro na Itália, com mais de 15 mil cópias vendidas apenas no iTunes.

Para 2011 os alunos elegeram a música Party Rock Anthem do grupo LMFAO que mistura rap com uma batida da música house. Já o ano de 2012 foi retratado pelo sucesso "Gangnam Style" um single deK -pop do rapper sul-coreano PSY. A canção é amplamente elogiada por seu humor, ritmo cativante, bem como movimentos incomuns de dança de Psy. Em 24 de novembro de 2012 "Gangnam Style" chegou a mais de 806 milhões de visualizações se tornando o vídeo mais visto da história do YouTube

Para 2013, a música eleita foi Passinho do Volante, cantado pelo Mc Federado e Os Leleks,  canção u bastante conhecida após o jogador de Futebol Neymar fazer a coreografia da música para comemorar um gol.

Assista nesse link o Flash Mob - FESTCOM na íntegra e confira os trechos de cada hit comentado aqui e depois dê sua opinião: Você leitor do Siga o Lide também acha que essas foram as músicas que marcaram os últimos dez anos?

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Nos bastidores da notícia

Mario Rodrigues buscando o melhor ângulo.

Tallini Klassmann e Marcio Albino entrevistando o acadêmico Rafael Daltrozo.

Paloma Nascimento como expositora e quase-jornalista.

Tarik Yassine finalizando a matéria.

Edima Wisoczynski e Luana Machado


Heloisa Capeletto e Luana Gonçalves

Professora Denise Paro fiscalizando o trabalho dos acadêmicos.

Paloma Nascimento e Bianca Portela em sintonia na Top Decor.

Registrar cada momento foi importante para Dorival Santos.

Nos bastidores da notícia


As matérias sobre o V Congresso Internacional de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil e a Expo Arq&Con já estão sendo preparadas. Saiba mais acompanhando a hashtag #arqcon2012.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Siga o lide

Com certeza você já ouviu esta frase, seja dos seus professores de jornalismo ou do seu editor-chefe, não é mesmo?

Seguir o lide faz o texto ser coerente e sensato. Adjetivos fundamentais também para ser um bom profissional.

É o que queremos com este blog, assumir compromissos com a sensatez e coerência do bom jornalismo.

Neste blog, você vai acompanhar críticas a atual comunicação, seguir tendências do jornalismo 2.0 e principalmente ler textos de quem está dando os primeiros passos no mundo da notícia.


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