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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Universitários de Arquitetura recebem ciclo de palestras em Gestão Urbana

Luiz Fernando de Oliviera

A parceria entre a UDC e a PUC-PR rendeu um ciclo de palestras em Gestão Urbana aos universitários do curso de Arquitetura e Urbanismo. O professor doutor Carlos Hard, coordenador do mestrado em Gestão Urbana da PUC-PR, ministrou uma palestra abordando o desenvolvimento de uma cidade. “Nosso objetivo foi mostrar como a ocupação de espaços urbanos por pessoas pode trazer impactos positivos e negativos sobre o ambiente onde eles vivem”.

Durante a palestra, foram abordados conceitos como sustentabilidade e desenvolvimento. “Durante todo esse período a gente vai promover esse ciclo de palestrar, fortalecendo assim esse assunto para toda a comunidade de Foz do Iguaçu. A cidade necessita desse desenvolvimento na questão da gestão urbana e desenvolvimento urbana que estas palestras vão promover”, afirmou o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas, professor mestre Radames Giona. Ele ressalta ainda que o encontro foi um grande avanço para o curso, que atualmente “respira a gestão urbana”.

A universitária Kelly Cristina Michels considera de grande importância o ciclo de palestras. “Nós conseguimos ter uma visão um pouco mais ampla do que é o urbanismo, então abre essa oportunidade de abrir uma nova visão e adquirir novos conhecimentos”. Para a universitário Gabrielli Cardoso (7º período), o ciclo de palestras também foi positivo. “É uma ótima oportunidade para crescermos e nos tornarmos profissionais mais capacitados. Sairemos da faculdade tendo o entendimento além do que aprendemos em sala de aula”.

Os conteúdos que foram apresentados nas palestras também fazem parte do mestrado interinstitucional em Gestão Urbana do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas. A parceria entre o Centro Universitário Dinâmica das Cataratas e a PUC-PR vai capacitar vários profissionais da região e abrir novas possibilidades para o desenvolvimento de Foz do Iguaçu.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Mídia móvel, a nova ferramenta do jornalismo moderno


                                                                                                 João Mota
Os avanços na tecnologia, juntamente com a necessidade de instantaneidade na informação, obrigou os jornalistas adquirir novas ferramentas para se manterem atuais sem ter a necessidade de carregar toda a aparelhagem necessária a produção de uma matéria.
Totalmente conectado e totalmente sem fio, o jornalista tira do bolso o que vai dar vida à notícia. De maneira simples, aumenta ridiculamente a velocidade da informação, de uma forma que até boa parte do século passado não seria possível imaginar.
Muitos críticos – os jornalistas da velha guarda -  afirmam que essa nova maneira de se produzir reportagens não pode ser considerado jornalismo. Mas espera ai, não é um conceito do jornalismo repassar a informação de forma imparcial? Então mostrar a notícia no momento em que ela está acontecendo é uma das formas de ser mais imparcial possível. Ninguém pode alterar aquilo que não foi ensaiado para se mostrar.
Parte da crítica e dada pelo fato porque agora não só os jornalistas são capazes de espalhar a notícia, mas também os seus leitores. Algo que estava mais do que na hora de acontecer. Essa interação onde o consumidor é também um elaborador da notícia, humaniza os meios de notícia.
Para concluir, a qualidade da tecnologia não deve ser mais relevante do que a própria notícia. Então, mesmo que a qualidade da imagem do seu aparelho seja ruim lembre-se que vale mais uma imagem para os olhos do que um texto desatualizado, e sendo assim não pense duas vezes antes de começar a produzir com os recursos que tem em mãos.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Mais importante do que navegar é não deixar o "ciber oceano" te engolir

   Ana Cristina Adamante / João Mota

Com a era digital as informações nos atropelam nos meios cibernéticos. É tudo tão rápido que bastam cinco minutos e um computador logado na web para a informação girar o mundo. Mas quem edita e qualifica todo esse oceano de informação? Como podemos ter certeza que as notícias que digerimos nos “cibermundo” é real? Ai está o “X” da questão, nunca saberemos se toda a informação é 100% confiável.
Ao contrário do jornal impresso em que a apuração era a mais demorada, a checagem da notícia era descrita com narrativas ricas em detalhes. A agilidade causou no jornalismo digital um comodismo por parte dos usuários, informações se vão com a mesma agilidade em que chegam, tornando os leitores menos desprovidos de boas referências e, assim sendo, incapazes de formarem opiniões fundamentadas.
Como não podemos checar todas os conteúdos que aparecem em nossas “timelines”, cabe então, a nós leitores e consumidores desses dados fazermos o papel de filtro. Começando por utilizar sites informativos seguros, além de pesquisar em diferentes fontes até criar uma ideia sobre determinado assunto.
É certo que o webjornalismo ganha mais adeptos a cada dia, essa é a mídia mais consumida no Brasil, ultrapassando a televisão. Quando o futuro se impõe o passado não se sustenta, e sobra ao consumidor final (nós) escolher se engolimos ou não aquilo que mastigamos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Educação em greve

     Cansados de reivindicar seus direitos básicos como educadores, os professores da rede estadual e ensino decretaram greve há dez dias. Em Foz do Iguaçu, os educadores estão concentrados na Praça do Mitre.

     Os professores dizem que a greve é uma necessidade para garantir que a voz deles seja ouvida. Para a pedagoga Ercilha Pereira Teixeira dos Santos, a união da classe é fundamental: ''É necessário que estejamos unidos para sermos atendidos''. Segundo Ercilha, a situação é humilhante. São direitos que deveriam ser garantidos sem necessidade de greve.

     O movimento não tem previsão de término. Os profissionais retomam as atividades logo após a conquista das reivindicações.




                                          Ana Caroline Galli, Natali Cujari - 5° Jornalismo - UDC
                                                                 

Professores Municipais entram em greve

No décimo dia de greve dos professores estaduais, os educadores municipais também resolveram parar para reivindicar o plano de carreira. Cerca de 80% dos professores municipais estão reunidos em frente à prefeitura de Foz do Iguaçu.

Segunda a agente educacional Ellen Doldan, a lei de implementação do plano de carreira foi assinado e aprovado no dia 10 de junho de 2014, no desfile em comemoração ao centenário de Foz do Iguaçu, porém não foi aplicada. “Tem que fazer o reenquadramento dos professores dentro da tabela do plano de carreira”, afirma Ellen.

Na manhã do dia 19, a prefeitura emitiu uma nota oferecendo uma proposta para o SINPREFI (Sindicato Dos Professores Foz do Iguaçu), entretanto foi recusada pela categoria.

No dia 20, houve uma nova reunião. A prefeitura apresentou uma nova proposta aos professores, que recusaram e decidiram continuar com a greve por tempo indeterminados. 



Alisson da Silva e William Renato - 5º Jornalismo - UDC
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