Elas praticam a luta em busca dos benefícios que essa
atividade física oferece
Malana Capelani - 5º jor.
A preparação começa dentro de casa. Colocar a roupa
adequada, o tênis, pegar a garrafinha de água e a proteção para as mãos. Três
mulheres: a mãe, a filha e a amiga vão para a academia.
Elas praticam o esporte três vezes na semana, mas antes da
luta têm que se movimentar bastante, suar a camisa. Nada de ficar paradas,
o aquecimento começa.
A secretária Paula Pereira termina o aquecimento cansada,
mas conta a importância. “Eu canso, mas ganho todo o pique necessário para
lutar”.
Em seguida elas começam a lutar. Douglas Dutra, técnico em
boxe, pega pesado e durante as aulas nada de moleza. “O boxe exige movimento,
defesa, reação, esquiva e ataque”.
O boxe é a única atividade física que trabalha todas as
partes do corpo e conquistou as mulheres. Em uma academia de Foz do Iguaçu, dos
160 alunos, 145 são mulheres que procuram a luta por dois motivos: adquirir
defesa pessoal e queimar as gordurinhas não desejadas.
A advogada, Amélia Biasone conta que tinha uma vida muito
sedentária. Trabalhava sentada, só andava de carro, mas depois que começou a
praticar a atividade física tudo mudou.
Além de falar dos benefícios, ela ainda faz o convite. “As
mulheres de todas as idades podem fazer, desde as mais jovens como minha filha
de 11 anos até as da terceira idade, como minha amiga Paula e eu”.
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