As pessoas estão todas conectadas, ninguém larga o celular,
quase um “faz tudo”. Adeus aos notebooks. Quem quer carregar um peso desses com
a facilidade de um tablet ou iPhone? Quem tem esses aparelhos afirma que não
vive mais sem. E agora, como fazer a notícia chegar ao leitor de uma forma que
desperte sua atenção, em meio a tantas distrações que esses smartphones
oferecem?
Primeiramente as produtoras de conteúdo jornalístico devem
adaptar as informações no contexto de um aparelho móvel. O leitor não está na
sua casa, procura se manter informado no intervalo de alguma atividade, e todo
o formato do texto e as informações devem facilitar a vida dele.
A vantagem dos aparelhos para os jornalistas é de transmitir
a informação diretamente do local e em tempo real, narrando os fatos e postando
fotos, vídeos, e já recebendo comentários. Tudo de aparelho móvel para aparelho
móvel.
E as vantagens para o leitor são várias. Ele se sente
presente durante a transmissão de um acontecimento, fazendo comentários,
visualizando as fotos, tudo ao mesmo tempo. Às vezes o leitor pode estar perto
do local e começa a transmitir o fato juntamente com os grandes jornalistas, o
chamado Jornalismo cidadão. A maioria
das pessoas utiliza alguma mídia social, e a notícia se propaga através dela
muito mais rápido. Alguns protestos, mobilizações são combinados pela internet,
mídias sociais, tudo filmado e transmitido pelo celular.
Instantâneo, permanente, multimídia, personalizado e
interativo são algumas características do jornalismo móvel. E os leitores
gostam dessa proximidade entre transmissão e recepção. Cada vez mais as pessoas
buscarão essa proximidade, principalmente pela facilidade de saber o que
acontece no mundo através de um “simples” aparelho.
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