quinta-feira, 21 de junho de 2012

Corredor Turístico terá pontos de ônibus padronizados


Reporter: Dorival S. Santos
Editor:Tallini Klassmann


As avenidas Paraná, Costa e Silva, JK, Cataratas, Jorge Schimmelpfeng, República Argentina e as ruas Almirante Barroso, Marechal Floriano, Belarmino de Mendonça e Tarobá, em Foz do Iguaçu, ganharão ainda este ano uma padronização nas paradas de ônibus com o objetivo de atender aos turistas que usam o sistema de transporte urbano do município.
Segundo superintendente do Instituto de Transporte e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans), Edson Stumpf, a vencedora da licitação iniciará a primeira etapa das instalações na última semana de junho. “Neste momento, aguardamos a análise do projeto e a autorização da Caixa Econômica Federal para a assinatura da Ordem de Serviço. Assim que autorizado, imediatamente começaremos as instalações.
Serão 107 novos abrigos cerca de 40 painéis, totens e placas de orientação, que serão instalados do terminal de transporte urbano e rodoviária. 
 
A troca visa melhorar a imagem e dar conforto para turistas e também moradores da cidade. Pelo corredor turístico passam ônibus que fazem a linha entre os bairros mais populosos de Foz do Iguaçu. Devido ao uso constante, há algum tempo estes lugares estavam deteriorados.
 
A parada de ônibus próximo ao terminal que leva os usuários do transporte coletivo para Argentina, Paraguai e cidades da costa oeste do Paraná possui apenas um banco e a cobertura parcialmente danificada. Em dias de chuva, os passageiros abrigam-se dentro de uma lanchonete localizada ao lado do ponto. “É vergonhoso a situação deste local. Neste ponto geralmente embarcam turistas que deixam a cidade e eu como iguaçuense tenho vergonha da imagem que eles levam de Foz”, desabafa Matilde Dias, comerciante.


(Foto: Kiko Sierich)

É comum encontrar turistas perdidos pela cidade já que não encontram informações para se localizarem e deslocarem pela cidade. Mapas e painéis colocados durante a última reforma nos pontos de ônibus estão danificados e os turistas tentam se comunicar, mas encontram a barreira do idioma que soma e deteriora a percepção do visitante com relação à cidade. “Não falo nada de inglês nem espanhol e com mímica é quase impossível de ser prestativa”, conclui Matilde.

A empresa vencedora terá um prazo total de 150 dias para a conclusão das reformas.

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